Rio de Janeiro, 24 de Abril de 2026

STF forma maioria para manter prisão de ex-presidente do BRB

A Segunda Turma do STF forma maioria para manter a prisão de Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, em meio a investigações de fraudes.

Sexta, 24 de Abril de 2026 às 15:17, por: CdB

Até o momento, o julgamento virtual tem placar de três votos a 0. Além de Mendonça, os votos foram proferidos pelos ministros Luiz Fux e Nunes Marques. 

Por Redação, com ABr – de Brasília

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou nesta sexta-feira maioria de votos para manter a decisão do ministro André Mendonça que determinou a prisão do ex-presidente do Banco Regional de Brasília (BRB) Paulo Henrique Costa.

STF forma maioria para manter prisão de ex-presidente do BRB | Maioria no STF vota por manter prisão de ex-chefe do BRB
Maioria no STF vota por manter prisão de ex-chefe do BRB

Até o momento, o julgamento virtual tem placar de três votos a 0. Além de Mendonça, os votos foram proferidos pelos ministros Luiz Fux e Nunes Marques. 

Falta o voto do ministro Gilmar Mendes.  A votação virtual ficará aberta até as 23h59. 

No dia 16 de abril, o ex-presidente do BRB foi preso durante a quarta fase da Operação Compliance, da Polícia Federal, que investiga fraudes no Banco Master e tentativa de compra da instituição financeira pelo BRB, banco público ligado ao governo do Distrito Federal. 

De acordo com as investigações, Paulo Henrique Costa teria combinado com o banqueiro Daniel Vorcaro o recebimento de R$ 146,5 milhões em propina. O valor seria repassado por meio de imóveis.

Toffoli

O ministro Dias Toffoli se declarou suspeito para participar do julgamento.

Em fevereiro deste ano, o ministro deixou a relatoria do inquérito que investiga as fraudes no Master após a PF informar ao presidente do STF, Edson Fachin, que há menções a Toffoli em mensagens encontradas no celular de Vorcaro, que teve o aparelho apreendido durante a primeira fase da operação, deflagrada no ano passado.

 Toffoli é um dos sócios do resort Tayayá, localizado no Paraná. O empreendimento foi comprado por um fundo de investimentos que é ligado ao Master e investigado pela PF. 

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