Rio de Janeiro, 07 de Julho de 2026

Tebet e Marina lideram intenções de voto para o Senado, por SP

Tebet e Marina Silva foram candidatas à Presidência da República por seus partidos, em 2022, mas se aliaram ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Terça, 07 de Julho de 2026 às 21:18, por: CdB

Tebet e Marina Silva foram candidatas à Presidência da República por seus partidos, em 2022, mas se aliaram ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Por Redação – de São Paulo

Ex-ministras do Planejamento e do Meio Ambiente, Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede) lideram, respectivamente, a corrida para as duas vagas ao Senado por São Paulo, segundo pesquisa DataFolha divulgada nesta terça-feira. Segundo o levantamento, Tebet aparece com 18% das intenções de voto, enquanto Marina Silva registra 16%, configurando empate técnico dentro da margem de erro, de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Simone Tebet
A ex-ministra Simone Tebet (MDB-MS), do Planejamento, será candidata ao Senado, por São Paulo

Tebet e Silva foram candidatas à Presidência da República por seus partidos, em 2022, mas se aliaram ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Além disso, Marina Silva também está tecnicamente empatada com o deputado Ricardo Salles (Novo), que soma 13% das intenções de voto. Ex-ministro do Meio Ambiente no governo Bolsonaro, Salles aparece logo atrás das duas primeiras colocadas. Na sequência, surgem o presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, André do Prado (PL), com 11%, e o deputado Guilherme Derrite (PP), que registra 10%.

 

Nenhum deles

O sindicalista Paulinho da Força (Solidariedade), por sua vez, alcança 8% das intenções de voto. Ao mesmo tempo, 7% disseram não saber em quem irão votar. Já 17% afirmaram que pretendem votar em branco, anular o voto, ou escolher nenhum dos candidatos.

Conforme o Datafolha, o instituto entrevistou 1.608 eleitores com 16 anos ou mais em 71 municípios do estado de São Paulo, entre quarta-feira e sexta-feira. Além disso, o levantamento tem nível de confiança de 95% e margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa também está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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