Rio de Janeiro, 17 de Abril de 2026

PT decide integrar a chapa de Juliana Brizola ao governo gaúcho

O PT integra a chapa de Juliana Brizola ao governo gaúcho, com Edegar Pretto como pré-candidato a vice, fortalecendo a aliança progressista no Rio Grande do Sul.

Quinta, 16 de Abril de 2026 às 19:38, por: CdB

A decisão foi tomada após a direção nacional do PT determinar, na semana passada, que o diretório estadual apoiasse o lançamento da candidatura de Juliana Brizola ao Palácio Piratini.

Por Redação – de Porto Alegre

Ex-presidente da Conab, Edegar Pretto (PT) anunciou, nesta quinta-feira, que aceitou ser pré-candidato a vice-governador na chapa de Juliana Brizola (PDT) ao governo do Rio Grande do Sul, em um movimento articulado para unificar o palanque do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Estado e reorganizar a aliança entre partidos do campo progressista.

PT decide integrar a chapa de Juliana Brizola ao governo gaúcho | O deputado petista Edegar Pretto foi confirmado como candidato a vice, na chapa do PDT ao governo gaúcho
O deputado petista Edegar Pretto foi confirmado como candidato a vice, na chapa do PDT ao governo gaúcho

A decisão foi tomada após a direção nacional do PT determinar, na semana passada, que o diretório estadual apoiasse o lançamento da candidatura de Juliana Brizola ao Palácio Piratini. Até então, Pretto era o nome escolhido pelo partido no Rio Grande do Sul para disputar o governo estadual.

Em carta divulgada nesta manhã, o petista confirmou sua entrada na chapa encabeçada pela ex-deputada do PDT. “Aceito a tarefa de ser candidato a vice-governador do Rio Grande do Sul, na chapa com a candidata Juliana Brizola”, escreveu. No mesmo texto, acrescentou: “Estou certo de que saberemos representar essa frente política com responsabilidade e apresentar ao povo gaúcho o melhor projeto para o futuro do estado. É tempo de responsabilidade, de unidade e de compromisso com o futuro”.

 

Reeleição

Edegar havia sido escolhido por unanimidade como pré-candidato do PT ao governo gaúcho, com o respaldo de partidos aliados como PSOL, PCdoB, PV, Rede e PSB. A retirada de seu nome ocorreu após a avaliação das lideranças nacionais petistas de que a composição com o PDT seria mais favorável ao projeto de reeleição de Lula.

Na carta, o ex-presidente da Conab afirmou que a decisão foi tomada a partir de pedidos do presidente Lula e do presidente nacional do PT, Edinho Silva.

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