Rio de Janeiro, 03 de Julho de 2026

Motta e Alcolumbre têm piores avaliações entre eleitores, diz pesquisa

O levantamento, realizado no âmbito do projeto Latam Pulse, indica que Alcolumbre e Motta concentram os piores índices de imagem entre 17 líderes políticos...

Sexta, 03 de Julho de 2026 às 21:35, por: CdB

O levantamento, realizado no âmbito do projeto Latam Pulse, indica que Alcolumbre e Motta concentram os piores índices de imagem entre 17 líderes políticos avaliados.

Por Redação – de Brasília

Os presidentes do Congresso, senador Davi Alcolumbre (UB-AP), e da Câmara, deputado Hugo Motta (Rep-PB), alcançaram as avaliações mais negativas entre líderes políticas brasileiros, apurou a pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta sexta-feira. O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por sua vez, lidera as avaliações positivas.

hugo motta
Hugo Motta (Republicanos-PB), presidente da Câmara, tem o prestígio em baixa

O levantamento, realizado no âmbito do projeto Latam Pulse, indica que Alcolumbre e Motta concentram os piores índices de imagem entre 17 líderes políticos avaliados. A pesquisa indica que nenhum dos nomes analisados conseguiu saldo positivo de imagem.

Alcolumbre aparece no pior nível do levantamento, com 90% de imagem negativa e apenas 2% de avaliação positiva. Na sequência, surgem Hugo Motta e o deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG), ambos com 88% de percepção negativa e 3% de imagem positiva.

 

Rejeição

O resultado reforça o desgaste dos chefes das duas Casas do Congresso, em meio a um cenário de alta rejeição aos líderes políticos de diferentes campos. O estudo indica que a avaliação negativa não se restringe ao governo ou à oposição, mas chega a nomes ligados à disputa presidencial deste ano.

Na sequência da avaliação positiva aparecem o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), com 45%. O ex-ministro da Fazenda e pré-candidato ao governo paulista, Fernando Haddad (PT), tem 43% de imagem positiva.

A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg ouviu 4.999 brasileiros adultos entre 26 e 30 de junho de 2026. A margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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