Rio de Janeiro, 03 de Março de 2026

Lula convida Tebet para reunião com Haddad e Alckmin, sobre São Paulo

Lula se reúne com Alckmin, Haddad e Tebet para discutir possíveis candidaturas em São Paulo nas eleições de 2026, incluindo a saída de Tebet do MDB.

Terça, 03 de Março de 2026 às 20:36, por: CdB

Assim como Alckmin e Haddad, Lula também cogita lançar Tebet como candidata no Estado nas eleições de 2026. A ideia é que a ministra deixe o MDB, possivelmente rumo ao PSB, e seja candidata ao Senado.

Por Redação – de Brasília

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voou para a capital paulista, nesta terça-feira, para uma reunião no início da noite com o vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB), e do ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT). O presidente Lula também convocou a ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB) para o encontro.

Lula convida Tebet para reunião com Haddad e Alckmin, sobre São Paulo | Ministra do Planejamento, Simone Tebet é possível candidata ao Senado, por São Paulo
Ministra do Planejamento, Simone Tebet é possível candidata ao Senado, por São Paulo

Assim como Alckmin e Haddad, Lula também cogita lançar Tebet como candidata no Estado nas eleições de 2026. A ideia é que a ministra deixe o MDB, possivelmente rumo ao PSB, e seja candidata ao Senado. Tebet acompanhou Lula, no avião, enquanto Alckmin e Haddad já estavam no Estado desde o fim de semana. Os quatro retornam juntos a Brasília, junto com Lula.

Além da reunião, Lula terá ao menos duas agendas em São Paulo. Em Valinhos (SP), visitará as novas instalações da fábrica da Companhia Brasileira de Biotecnologia Farmacêutica (Bionovis). Ainda na capital paulista, a agenda previa que o presidente da República, junto com Alckmin e Haddad, participasse da cerimônia de abertura da “II Conferência Nacional do Trabalho”.

 

Candidatura

Haddad é o principal cotado para disputar com o atual governador, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Apesar de ter resistido a concorrer, o titular da Fazenda sinaliza que poderá ceder ao pedido de Lula.

— Manifestei desde o começo do ano que não tinha intenção de participar (das eleições). O presidente tem desenhado cenários em que a minha participação é necessária, e eu, evidentemente, sendo um amigo de tantos anos, não posso prescindir da opinião dele sobre isso — confirmou Haddad, durante aula magna para calouros da Faculdade de Economia da Universidade de São Paulo.

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