Rio de Janeiro, 06 de Maio de 2025

Senado premia Torres e Fernanda Montenegro com o Diploma Bertha Lutz

O prêmio é a maior honraria da Casa destinada às personalidades que se destacam na luta pelos direitos das mulheres.

Quinta, 06 de Março de 2025 às 15:44, por: CdB

O prêmio é a maior honraria da Casa destinada às personalidades que se destacam na luta pelos direitos das mulheres.

Por Redação, com CartaCapital – de Brasília

O Senado anunciou, nesta quinta-feira, a lista das mulheres que receberão o Diploma Bertha Lutz, a maior honraria da Casa destinada às personalidades que se destacam na luta pelos direitos das mulheres.

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Fernanda Torres e Fernanda Montenegro

Dezenove pessoas receberão a homenagem, entre elas a atriz Fernanda Torres, que concorreu ao Oscar de melhor atriz pelo filme Ainda Estou Aqui, de Walter Salles. O longa faturou a estatueta de Melhor Filme Internacional.

A indicação da atriz ao diploma partiu da senadora Eliziane Gama (PSD-MA). A mãe de Torres, Fernanda Montenegro, também está na lista, por indicação do presidente da Casa Alta, Davi Alcolumbre (União-AP).

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A cerimônia de entrega acontecerá em 26 de março.

Veja a lista completa das mulheres premiadas:

Ani Heinrich Sanders, produtora rural do Piauí;

Antonieta de Barros (in memoriam), primeira mulher negra a ser eleita deputada no Brasil, por Santa Catarina;

Bruna dos Santos Costa Rodrigues, juíza de Direito no Tribunal de Justiça do Ceará;

Conceição Evaristo, escritora e membro da Academia Mineira de Letras;

Cristiane Rodrigues Britto, advogada e ex-ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos;

Elaine Borges Monteiro Cassiano, reitora do Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS);

Elisa de Carvalho, pediatra, professora universitária e membro da Academia de Medicina de Brasília;

Fernanda Montenegro, atriz reconhecida internacionalmente, escritora e membro da Academia Brasileira de Letras;

Fernanda Torres, atriz carioca reconhecida internacionalmente;

Janete Vaz de Oliveira, empreendedora e cofundadora do Grupo Sabin;

Jaqueline Gomes de Jesus, escritora, professora e primeira gestora do sistema de cotas para negros da Universidade de Brasília (UnB);

Joana Marisa de Barros, médica mastologista e imaginologista mamária na Paraíba;

Lúcia Willadino Braga, neurocientista e presidente da Rede Sarah;

Maria Terezinha Nunes, coordenadora da Rede Equidade e ex-coordenadora do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça do Senado;

Marisa Serrano, ex-senadora por Mato Grosso do Sul;

Patrícia de Amorim Rêgo, procuradora de Justiça do Ministério Público do Acre;

Tunísia Viana de Carvalho, ativista dos direitos maternos e infantojuvenis;

Virgínia Mendes, filantropa e primeira-dama de Mato Grosso; e

Viviane Senna, filantropa e presidente do Instituto Ayrton Senna.

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