Rio de Janeiro, 21 de Novembro de 2024

Isolado e doente, Bolsonaro volta às redes sociais, longe do habitual

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Quinta, 17 de Novembro de 2022 às 13:25, por: CdB

O mandatário neofascista reduziu, drasticamente, o número de publicações em diversas plataformas, após ser derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na eleição presidencial. O espaço entre a publicação mais recente e a anterior foi de oito dias.

Por Redação - de Brasília
Presidente em fim de mandato, Jair Bolsonaro (PL) usou o Twitter na noite passada para divulgar outros canais oficiais de comunicação, em meio ao ‘sumiço’ do chefe do Executivo das redes neste mês. Ele alega estar doente, com erisipela em uma das pernas, para não comparecer ao gabinete no Palácio do Planalto e permanecer isolado em seus aposentos.
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Nem mesmo as costumeiras transmissões ao vivo, pela internet, ocorreram após a derrota de Bolsonaro nas eleições
O mandatário neofascista reduziu, drasticamente, o número de publicações em diversas plataformas, após ser derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na eleição presidencial. O espaço entre a publicação mais recente e a anterior foi de oito dias. Figura fácil nas redes sociais, Bolsonaro passou a publicar pouco após a derrota, e geralmente imagens sem legenda e sem contexto. Foram apenas três mensagens no Twitter após a derrota nas urnas, incluindo a mais recente, ante um histórico de atividade intensa na plataforma. A efeito de comparação, seu perfil teve 33 publicações só no dia 29, véspera do pleito.

Bandeira

No Facebook, outra plataforma em que o presidente costumava ser bastante ativo, foram feitas apenas quatro publicações após o segundo turno, sendo que uma delas foi a transmissão de seu pronunciamento, dia 1º, após a formalização do resultado das urnas. A outra foi o vídeo pedindo o fim dos bloqueios nas estradas e uma terceira uma foto sem legenda que mostra o presidente segurando uma bandeira do Brasil. Também no Instagram, ele publicou uma imagem sem legenda, com a bandeira nacional. Na véspera, a publicação divulga canais que, segundo ele, têm atualização diária, como Telegram, na tentativa vazia de negar o sumiço.
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