A declaração ocorreu, durante agenda política no Recife, em meio à repercussão sobre o parlamentar e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do liquidado Banco Master, atualmente preso em Brasília.
Por Redação – de Belo Horizonte
Ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência da República pelo Novo, Romeu Zema tentou ‘tirar o corpo fora’ do escândalo que persegue o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato ao Planalto. Zema disse, nesta sexta-feira, que “nunca foi próximo” ao filho ’01’, como o parlamentar é conhecido.

A declaração ocorreu, durante agenda política no Recife, em meio à repercussão sobre o parlamentar e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do liquidado Banco Master, atualmente preso em Brasília. Em entrevistas a emissoras de rádio da capital pernambucana, Zema também voltou a direcionar críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF).
O líder da extrema direita classificou a Corte como um “poder incendiário”. As falas acontecem em um momento de intenso debate político, após denúncias relacionadas a Vorcaro, que está preso sob suspeita de liderar um esquema de fraudes financeiras que, segundo a Polícia Federal (PF), pode ter causado prejuízos bilionários.
Mineiros
Questionado pela rádio CBN Recife sobre um possível desgaste na relação com Flávio Bolsonaro, Zema negou que tenha existido uma proximidade significativa entre os dois. Sua interlocução sempre foi mais frequente com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
— Nós nunca fomos próximos. Eu estive mais próximo do Bolsonaro, porque fui governador enquanto ele presidente, apoiei ele em 2022, eu fui reeleito em primeiro turno em Minas Gerais. Mesmo o Bolsonaro lançando um candidato que teve quase 10% dos votos. Então, foi um presidente que levou coisas boas para os mineiros (…). Com o senador eu não tive muito contato — concluiu.