Rio de Janeiro, 23 de Maio de 2026

Suplente de Alcolumbre indiciado pela PF por suspeita de fraude fiscal

Breno Chaves Pinto, suplente do senador Davi Alcolumbre, é indiciado pela PF por suspeitas de fraudes em licitações de R$ 60 milhões envolvendo a LB Construções.

Sexta, 22 de Maio de 2026 às 19:43, por: CdB

O indiciamento trata de uma apuração sobre possíveis fraudes em licitações de ao menos R$ 60 milhões que envolvem o empresário, segundo suplente do senador, e a LB Construções, empreiteira de sua propriedade.

Por Redação – de Brasília

Suplente do senador Davi Alcolumbre (UB-AP), presidente do Congresso, Breno Chaves Pinto foi indiciado pela Polícia Federal (PF) no inquérito que tem como foco suspeitas de fraudes em licitações do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), no Amapá. Alcolumbre não é investigado no caso e, até o momento, não há registro de participação dele entre os suspeitos.

Suplente de Alcolumbre indiciado pela PF por suspeita de fraude fiscal | Presidente do Congresso, o senador Davi Alcolumbre (UB-AP) integra o ‘Centrão’
Presidente do Congresso, o senador Davi Alcolumbre (UB-AP) integra o ‘Centrão’

O indiciamento trata de uma apuração sobre possíveis fraudes em licitações de ao menos R$ 60 milhões que envolvem o empresário, segundo suplente do senador, e a LB Construções, empreiteira de sua propriedade. Em julho do ano passado, os endereços dele foram alvo de busca e apreensão em uma operação chamada ‘Route 156’.

Pinto foi indiciado sob suspeita dos crimes de associação criminosa, tráfico de influência e corrupção ativa. Procurado, ele disse que se manifestará após análise do relatório final sobre o caso. Anteriormente, ele negou ter cometido irregularidades.

 

Desvio

À imprensa, a assessoria de Alcolumbre disse em nota que “o senador não possui qualquer relação com a atuação empresarial de seu segundo suplente”.

De acordo com o senador, ele “responde apenas pelos próprios atos, não tendo responsabilidade por alegações, conversas privadas, condutas atribuídas a terceiros ou supostas referências a seu nome, destituídas de prova de conduta indevida”.

“Caso seja identificado algum desvio na apuração conduzida pelas autoridades competentes, o presidente Davi Alcolumbre defende que os envolvidos sejam rigorosamente responsabilizados na forma da lei”, conclui.

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