Rio de Janeiro, 14 de Agosto de 2026

Davi Alcolumbre concorda em votar PEC pelo fim da escala 6x1

Lula e Alcolumbre voltaram a se encontrar, nesta sexta-feira, no Palácio da Alvorada, residência oficial da presidência da República.

Sexta, 14 de Agosto de 2026 às 21:07, por: CdB

Lula e Alcolumbre voltaram a se encontrar, nesta sexta-feira, no Palácio da Alvorada, residência oficial da presidência da República.

14h54 – de Brasília

Presidente do Congresso, o senador Davi Alcolumbre (UB-AP) anunciou, nesta sexta-feira, que colocará em votação a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) pelo fim da escala 6×1; e a PEC da Segurança Pública; além do Projeto de Lei (PL) que cria a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos. O senador citou o diálogo nesta quarta-feira, “maduro, republicano e franco”, que manteve com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Alcolumbre
Alcolumbre não queria votar a PEC sobre o fim da escala 6×1

— Na função de presidente do Congresso, tenho a responsabilidade de assegurar que as matérias submetidas ao Parlamento tenham tido devido encaminhamento, com absoluto respeito às prerrogativas do Poder Legislativo e ao papel de cada senadora e senador — afirmou.

Lula e Alcolumbre voltaram a se encontrar, nesta sexta-feira, no Palácio da Alvorada, residência oficial da presidência da República. O encontro não estava na agenda oficial de nenhum dos dois presidentes. A agenda durou cerca de 1h30.

 

Análise

Alcolumbre relata que os projetos são “matérias de alta complexidade que seguirão o rito originário e regimental do Senado, com análise e o aprofundamento necessários”.

— O diálogo entre os Poderes é fundamental para o Brasil. Cabe ao Executivo apresentar suas prioridades e ao Congresso Nacional analisá-las com independência e a responsabilidade de construir os melhores caminhos para o país — acrescentou.

Após o encontro, integrantes do núcleo político do Palácio do Planalto também comentaram sobre o possível envio do nome de Jorge Messias, o advogado-Geral da União (AGU), para o Supremo Tribunal Federal (STF), uma segunda vez após ter sido rejeitado pelos senadores.

Edições digital e impressa