Rio de Janeiro, 28 de Março de 2025

Sindicatos em campanha

Por João Guilherme Vargas Netto - São inúmeras as atividades em que o sindicalismo, de maneira legítima e sem violar as leis eleitorais, participa deste esforço recebendo candidatos para entrevistas e realizando manifestações, apoiando os companheiros.

Quinta, 01 de Setembro de 2022 às 06:47, por: CdB

São inúmeras as atividades em que o sindicalismo, de maneira legítima e sem violar as leis eleitorais, participa deste esforço recebendo candidatos para entrevistas e realizando manifestações, apoiando os companheiros.

Por João Guilherme Vargas Netto - de São Paulo

De agora em diante e cada vez mais as eleições ocupam um lugar privilegiado nas atenções dos brasileiros. As campanhas, os partidos, as propostas e os candidatos são protagonistas e o movimento sindical é coadjuvante.
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As campanhas, os partidos, as propostas e os candidatos são protagonistas
Ao continuar suas atividades correntes, campanhas de antecipação da data-base, campanhas salariais, campanhas de solidariedade classista e popular, reivindicações específicas e PLRs nas empresas, sindicalizações, atualização dos registros sindicais (com plena autonomia estatutária) e manutenção dos serviços, dos bens e dos funcionários, o movimento sindical não pode deixar de participar do esforço eleitoral de todo o povo e dos candidatos. São inúmeras as atividades em que o sindicalismo, de maneira legítima e sem violar as leis eleitorais, participa deste esforço recebendo candidatos para entrevistas e realizando manifestações, apoiando os companheiros e as companheiras que são candidatos e apresentando em toda oportunidade suas pautas de reivindicações e propostas, como a que foi aprovada na Conclat 2022.

Centrais sindicais

Dois bons exemplos do alcance destas iniciativas foram as recepções pela maioria das centrais sindicais aos candidatos aos governos de São Paulo (Haddad) e do Paraná (Requião), com ambos se comprometendo com muitas das propostas sindicais, em especial a defesa do piso salarial regional e da criação (ou recriação) da secretária de Trabalho e Emprego. Estas iniciativas devem se repetir em todos os Estados, ao mesmo tempo em que os dirigentes prestigiem os candidatos sensíveis às nossas propostas e reforcem suas campanhas eleitorais divulgando seus nomes, seus números e seus programas.  

João Guilherme Vargas Netto, é consultor sindical de diversas entidades de trabalhadores em São Paulo.

As opiniões aqui expostas não representam necessariamente a opinião do Correio do Brasil

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