O corpo da oficial foi localizado no interior do Centro Tecnológico da Marinha, que fica dentro da USP, na Zona Oeste de São Paulo, onde Beatriz trabalhava.
Por Redação, com agências de notícias – de São Paulo
A Polícia Federal (PF) e a Marinha do Brasil investigam a morte da Segundo-Tenente da Marinha, Beatriz Ficket Santoro, de 33 anos, encontrada morta na quinta-feira dentro da Universidade de São Paulo (USP).

O corpo da oficial foi localizado no interior do Centro Tecnológico da Marinha, que fica dentro da USP, na Zona Oeste de São Paulo, onde Beatriz trabalhava.
A militar foi encaminhada para o Hospital Universitário da própria USP, mas chegou sem vida ao local. Segundo a Secretaria de Segurança Pública paulista, uma médica se recusou a fazer o atestado de óbito.
De acordo com o boletim de ocorrência da Polícia Militar, a ocorrência foi registrada como morte suspeita.
Em nota, a Marinha informou que manifesta sinceras condolências e que presta assistência social, psicológica e religiosa aos familiares e amigos de Beatriz.
Bombeiro
O bombeiro militar Pedro Ernesto dos Anjos Rodrigues, de 24 anos, e o companheiro dele foram encontrados mortos em uma área de mata de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, na madrugada de quinta-feira. Segundo as primeiras informações, os dois teriam sido rendidos depois que o carro em que estavam foi interceptado por criminosos.
Os corpos estavam nas proximidades das comunidades do Sossego e do Cacareco. De acordo com a Polícia Militar, havia cápsulas deflagradas perto das vítimas.
A principal linha investigada é que os dois tenham sido perseguidos antes da abordagem. Eles teriam tentado despistar os criminosos, mas outro veículo fechou a passagem. Após serem rendidas, as vítimas foram levados para uma área de mata, onde acabaram encontrados mortos.
Pedro era lotado no Departamento Geral de Pessoal do Corpo de Bombeiros. A pistola dele, com 15 munições, estava no banco do carro.
O velório e o sepultamento do militar aconteceu sexta-feira, no Crematório e Cemitério Vertical Memorial do Rio, em Cordovil, na Zona Norte. O corpo do companheiro deverá ser levado para o Espírito Santo, Estado onde ele nasceu.
O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense. Até o momento, ninguém foi preso.