Rio de Janeiro, 24 de Julho de 2026

Pacifista declarado, Lula investe em Defesa para proteger o país

Segundo o presidente, o país tem compromisso permanente com a paz, mas precisa dispor de capacidade militar compatível com sua dimensão territorial e seus...

Sexta, 24 de Julho de 2026 às 23:11, por: CdB

Segundo o presidente, o país tem compromisso permanente com a paz, mas precisa dispor de capacidade militar compatível com sua dimensão territorial e seus interesses estratégicos.

Por Redação – de São Paulo

Pacifista declarado desde sua primeira eleição, em 2002, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se disse favorável, nesta sexta-feira, ao fortalecimento dos investimentos na área de Defesa. O Brasil, segundo o líder petista, precisa manter as Forças Armadas preparadas para proteger o território nacional e impedir interferências externas.

Lula, segurança pública
Lula aprova investimentos no setor de Defesa

Segundo o presidente, o país tem compromisso permanente com a paz, mas precisa dispor de capacidade militar compatível com sua dimensão territorial e seus interesses estratégicos. As declarações ocorreram durante visita às instalações da Avibras Aeroco, em Jacareí (SP). Ao lado do ministro da Defesa, José Múcio, Lula destacou que o fortalecimento do setor passa por investir em em armamentos, na tecnologia, na ciência e no treinamento militar.

 

Tradição

Em seu discurso, o presidente afirmou que deseja ver as Forças Armadas equipadas e preparadas para a defesa da soberania brasileira.

— Também quero (as Forças Armadas) bem preparadas do ponto de vista do poderio, de armamento, de conhecimento científico e tecnológico, para que a gente possa andar de cabeça erguida. Sem nenhuma arrogância, falando em paz, mas preparado para não deixar ninguém meter o nariz nesse país — afirmou. 

Segundo Lula, investir na Defesa não representa abandonar a tradição diplomática brasileira de buscar soluções pacíficas para conflitos, mas enfrentar ameaças contra as reservas de minerais críticos, terras raras e a Amazônia.

— Temos que cuidar da Defesa, esse país é muito poderoso. A gente ainda não sabe a riqueza de minerais críticos e terras raras desse país — concluiu o presidente.

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