O Supremo Tribunal Federal (STF) pediu mais esclarecimento ao denunciante sobre o caso do suposto estupro de uma menina de 13 anos, natural de Tombos, no sudeste de Minas Gerais.
Por Redação – de Brasília
Vice-líder do PT, na Câmara, o deputado Lindbergh Farias (RJ) reafirmou, nesta quarta-feira, a denúncia realizada contra o deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), candidato vice na chapa do senador Flávio Bolsonaro (PL), ou filho ’01’ como também é chamado, e disse que cabe à Polícia Federal (PF) apurar o caso. Farias, em entrevista ao canal de notícias UOL, afirmou que fez a denúncia à PF por dever de ofício e que a investigação deve esclarecer tanto os fatos quanto a entrada da Polícia Legislativa no caso com um depoimento que, segundo ele, foi usado para atacar sua credibilidade.

O Supremo Tribunal Federal (STF) pediu mais esclarecimento ao denunciante sobre o caso do suposto estupro de uma menina de 13 anos, natural de Tombos, no sudeste de Minas Gerais.
— Eu mantenho sim, porque é o seguinte: eu tinha obrigação, eu sou deputado, e teve denúncia, tinha nome de pessoas. Então eu acho que o que a gente fez era a única coisa que nós poderíamos fazer, que era levar esses documentos à Polícia Federal. Agora, a apuração de tudo isso tem que ser feita pela Polícia Federal — afirmou Lindbergh Farias.
Versões
O parlamentar explicou também que o ponto inicial do seu envolvimento não foi o depoimento de Luiz Antônio Lopes, personagem que ele classificou como “completamente desqualificado” e que, segundo Farias, mudou as versões sobre os fatos ao longo dos últimos dias.
— No meu caso, eu soube pela Soraya Thronicke, que disse que uma jornalista chamada Alessandra Medina, do Piauí, estava fazendo uma matéria. Eu conheço a Alessandra e entrei em contato. A Alessandra Medina disse que tinha conversado com a garota no shopping. E mantém isso — conclui.