Rio de Janeiro, 06 de Abril de 2025

Ivanka, filha de Trump, é cotada para presidente do Banco Mundial

Tradicionalmente, o Banco Mundial é liderado por um indicado dos EUA, já que o país é o maior acionista da instituição.

Sábado, 12 de Janeiro de 2019 às 14:50, por: CdB

Tradicionalmente, o Banco Mundial é liderado por um indicado dos EUA, já que o país é o maior acionista da instituição.

 
Por Redação, com Sputniknews - de Washington
  Uma lista de candidatos para a presidência do Banco Mundial foi divulgada pelo diário britânico Financial Times após o atual chefe da instituição, Jim Yong Kim, ter anunciado a intenção de deixar o cargo em 1º de fevereiro, após mais de seis anos no posto.
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Ivanka Trump tem ocupado cargos importantes no governo do pai, Donald Trump
Tradicionalmente, o Banco Mundial é liderado por um indicado dos EUA, já que o país é o maior acionista da instituição. De acordo com o Financial Times, o Departamento do Tesouro dos EUA já recebeu "um número significativo de recomendações" e deu início ao "processo de revisão interna" para decidir quem será o candidato. Os que constam da lista, segundo o jornal, incluem David Malpass, subsecretário do Tesouro para Assuntos Internacionais, Nikki Haley, que serviu como enviada dos EUA para as Nações Unidas em 2017-2018, Mark Green, chefe da Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional e por último, mas não menos importante, a filha de Donald Trump, Ivanka.

Alternativas

Ivanka Trump é consultora sênior do presidente. Conhecida pela marca de roupas que levava seu nome, a filha de Donald Trump fechou a grife em julho sob o pretexto de concentrar esforços na sua função na Casa Branca. A imprensa especulou, no entanto, que as vendas da marca sofreram um rápido declínio depois que seu pai se tornou presidente. Ela também foi fundamental no lançamento da Iniciativa Financeira de Mulheres Empreendedoras do Banco Mundial (We-Fi), que busca mobilizar US$ 1 bilhão em financiamento de doadores para pequenas e médias empresas de propriedade de mulheres em países em desenvolvimento. O FT relata que outras alternativas são o ex-ministro da economia da Nigéria, Ngozi Okonjo-Iweala e o ministro das finanças da Indonésia e ex-gerente diretor do Grupo Banco Mundial, Sri Mulyani.
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