O dirigente da FIFA, o suíço Gianni Infantino, que se julga o rei Midas capaz de transformar em ouro ou dólar tudo quanto toca, acaba de enfiar o rabo entre as pernas e jogar no WC do banheiro seu projeto de privatização das Copas do Mundo e competições internacionais.
Por Rui Martins, editor do Direto da Redação

Desta vez, seu plano de ganhar dinheiro e fazer outros ricaços aumentarem suas fortunas, como o genro do presidente Trump, desta vez não ia dar certo, houve forte reação e poderia até lhe custar a direção da FIFA, talvez até suas residências em Zurique e Doha, e a poltrona dourada.
Bem feito Gianni Infantino! A FIFA não deve se deve se transformar numa galinha de ovos de ouro para ricaços e bilionários, que não sabem nem chutar uma bola, se encherem ainda mais de grana, oligarcas sem clube e sem nação preferida, aumentando seus bilhões em cima do suor de futebolistas e de torcidas enganadas, utilizando-se árbitros para falsear resultados, pausas de publicidade no meio dos jogos, transformando competições nacionais em promoções publicitárias de marcas e bebidas adocicadas. Podendo até jogar, em nome do dólar, país e povo, um contra o outro, como quase ocorreu no final da última Copa.