FGV fecha acordo milionário e arquiva investigações sobre fraudes
O Termo de Ajuste de Conduta (TAC) foi firmado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) em junho do ano passado e encerrou nove procedimentos investigatórios em curso, bem como uma ação civil pública que pedia a destituição da diretoria da fundação.
O Termo de Ajuste de Conduta (TAC) foi firmado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) em junho do ano passado e encerrou nove procedimentos investigatórios em curso, bem como uma ação civil pública que pedia a destituição da diretoria da fundação.
Por Redação - do Rio de Janeiro
A Fundação Getulio Vargas (FGV) assinou no ano passado um acordo com o Ministério Público do Rio de Janeiro que prevê o pagamento de R$ 9 milhões em troca do arquivamento de investigações sobre supostas fraudes envolvendo a instituição e seus dirigentes.
Agentes da PF realizaram uma operação de busca na sede da Fundação Getúlio Vargas
O Termo de Ajuste de Conduta (TAC) foi firmado em junho de 2021 e encerrou nove procedimentos investigatórios em curso, bem como uma ação civil pública que pedia a destituição da diretoria da fundação.
Queixas
Parte das apurações envolvia suspeitas de contratos firmados com o governo estadual na gestão do ex-governador Sérgio Cabral, preso há seis anos e condenado por corrupção e outros crimes.
O acordo gerou polêmica dentro da Promotoria em razão do valor estabelecido frente ao dano aos cofres públicos estimado por técnicos do órgão. Também provocou queixas o fato de não ter sido prevista punição aos dirigentes que praticaram supostos atos ilegais.