O senador Flávio Bolsonaro (PL), ou filho ’01’ como também é conhecido, tenta controlar os danos, mas enfrenta resistência dentro do próprio grupo.
Por Redação – de Brasília
As disputas internas entre apoiadores do ex-mandatário neofascista Jair Bolsonaro (PL) ganham novos capítulos ao longo das últimas semanas, com disputas internas e o fortalecimento de líderes alternativos dentro da extrema direita. O rompimento público do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) com integrantes do núcleo ideológico como Eduardo Bolsonaro (PL), Allan dos Santos e Paulo Figueiredo; além de críticas direcionadas a Jair Renan Bolsonaro (PL-SC), evidencia o processo de desgaste observado anteriormente.

O senador Flávio Bolsonaro (PL), ou filho ’01’ como também é conhecido, tenta controlar os danos, mas enfrenta resistência dentro do próprio grupo, segundo apurou o diário conservador paulistano ‘Folha de São Paulo’.
Desde o início de 2025, o crescimento de Nikolas Ferreira na base bolsonarista tem gerado atritos, enquanto a atuação de Eduardo Bolsonaro no exterior contribuiu para ampliar o distanciamento interno. Paralelamente, disputas regionais como a concorrência entre Carlos Bolsonaro e Carol De Toni (PL-SC) por uma vaga ao Senado em Santa Catarina, e as críticas públicas de Ana Campagnolo à família Bolsonaro reforçam a perda de coesão do grupo extremista.
Estratégia
A ascensão de outros nomes também contribui para o enfraquecimento da unidade na ultradireita. Dados de monitoramento de mais de 100 mil grupos públicos de WhatsApp, conduzido pela consultoria Palver, mostram que essa divisão já repercute intensamente entre apoiadores.
Flávio Bolsonaro aparece com avaliação dividida, registrando 50% de aprovação e 50% de rejeição nas mensagens analisadas pelos últimos levantamentos.