Rio de Janeiro, 04 de Abril de 2025

Ucrânia precisa de armas, não de ideias sobre paz, diz Mark Rutte

Paralelamente aos comentários do secretário-geral, o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andriy Sybiha, pediu aos membros da Otan que enviassem ao menos 20 sistemas de defesa aérea para evitar ataques russos.

Terça, 03 de Dezembro de 2024 às 15:07, por: CdB

Paralelamente aos comentários do secretário-geral, o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andriy Sybiha, pediu aos membros da Otan que enviassem ao menos 20 sistemas de defesa aérea para evitar ataques russos.

Por Redação, com ANSA – de Bruxelas

O secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Mark Rutte, declarou nesta terça-feira que a Ucrânia precisa de menos ideias sobre paz e de mais armas.

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Secretário-geral da Otan e o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia participaram da cúpula

– A Ucrânia precisa de menos ideias sobre como organizar o processo de paz e de mais ajuda militar, para garantir que quando decidir abrir negociações esteja em uma posição de força – declarou o holandês durante uma reunião em Bruxelas.

Paralelamente aos comentários do secretário-geral, o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andriy Sybiha, pediu aos membros da Otan que enviassem ao menos 20 sistemas de defesa aérea para evitar ataques russos em instalações energéticas.

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– Sabemos que os russos estão tentando nos privar da produção de energia, é por isso que também precisamos de mais apoio – declarou.

Autoridades ucranianas

As autoridades ucranianas também aproveitaram a reunião para lançar um apelo pela sua adesão “plena” à Otan, definindo a ação como a única garantia de segurança contra a invasão russa.

– Estamos convencidos de que a única garantia real de segurança para a Ucrânia, bem como um impedimento contra novas agressões russas e outros Estados, é a adesão plena da Ucrânia à Otan – acrescentou Sybiha.

O apelo de Kiev foi criticado pelo porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, que diz considerar que a entrada do país na aliança militar seria “inaceitável” e um “acontecimento ameaçador”.

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