Rio de Janeiro, 21 de Janeiro de 2026

Trump faz balanço do mandato, ataca a Otan e elogia ação na Venezuela

Donald Trump faz balanço de seu mandato, elogia ações na Venezuela, critica a Otan e aborda a redução do tráfico de drogas.

Quarta, 21 de Janeiro de 2026 às 10:34, por: CdB

O magnata acrescentou que seu governo reduziu o tráfico internacional de drogas por via marítima e defendeu a recente operação militar em solo venezuelano.

Por Redação, com ANSA – de Washington

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, celebrou um ano desde seu retorno à Casa Branca com um longo discurso no qual abordou as principais ações de seu governo no período, como a captura de Nicolás Maduro e as recentes tensões envolvendo a Groenlândia.

Trump faz balanço do mandato, ataca a Otan e elogia ação na Venezuela | Republicano declarou que Caracas ‘está colaborando bem ‘ com Washington
Republicano declarou que Caracas ‘está colaborando bem ‘ com Washington

Após exibir diversas fotos de imigrantes em situação irregular detidos pelo Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE) no Estado de Minnesota, o republicano direcionou sua fala aos acontecimentos recentes em Caracas. Na visão do mandatário, a nação sul-americana “está colaborando bem” com Washington, além de ter feito elogios à líder opositora María Corina Machado.

– Empresas norte-americanas de energia estão prontas para fazer investimentos maciços no país, que tem mais petróleo do que a Arábia Saudita. Talvez possamos envolvê-lo de alguma forma. Eu adoraria poder fazer isso – disse Trump.

O magnata acrescentou que seu governo reduziu o tráfico internacional de drogas por via marítima e defendeu a recente operação militar em solo venezuelano, além de ter chamado Maduro de “ditador fora da lei”.

– Nós capturamos e levamos à Justiça o ditador fora da lei da Venezuela, Nicolás Maduro, que, por meio das drogas, matou milhões de pessoas no nosso país – afirmou.

Otan

Trump também criticou a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e garantiu que fez mais pela aliança militar “do que qualquer outra pessoa viva ou morta”. Segundo ele, o grupo “não é muito forte” sem a presença dos EUA.

Em relação às crescentes ameaças à Groenlândia, Trump se esquivou de responder até onde estaria disposto a ir para comprar a ilha ártica ao ser questionado por jornalistas. “Vocês vão descobrir”, declarou.

O republicano classificou os manifestantes contrários às ações do ICE como “agitadores profissionais”, mas amenizou o tom ao admitir que a agência “às vezes comete erros”.

– Às vezes, eles são muito severos, mas estão lidando com pessoas difíceis. Fiquei devastado com a morte daquela jovem mulher. Foi uma tragédia, uma coisa horrível – disse Trump, ao mencionar a descoberta de que os pais de Renee Good, assassinada por um agente, são seus apoiadores.

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