Rio de Janeiro, 06 de Março de 2026

Trump cobra ‘rendição incondicional’ do Irã para acordo

Donald Trump afirma que não haverá acordo com o Irã sem rendição incondicional. Ele propõe reconstruir o país após a escolha de um novo líder.

Sexta, 06 de Março de 2026 às 14:24, por: CdB

No texto, o republicano acrescentou que, após essa rendição e a escolha de um “líder grande e aceitável”, os Estados Unidos e seus aliados trabalharão para reconstruir o país.

Por Redação, com ANSA – de Washington

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira que não haverá qualquer acordo com o Irã sem uma “rendição incondicional” por parte de Teerã.

Trump cobra ‘rendição incondicional’ do Irã para acordo | Presidente dos EUA publicou texto em sua rede social
Presidente dos EUA publicou texto em sua rede social

– Não haverá acordo com o Irã, exceto com rendição incondicional! – escreveu Trump em uma publicação na plataforma Truth Social.

No texto, o republicano acrescentou que, após essa rendição e a escolha de um “líder grande e aceitável”, os Estados Unidos e seus aliados trabalharão para reconstruir o país.

– Após a rendição incondicional e a escolha de um líder grande e aceitável, nós e muitos de nossos maravilhosos e corajosos aliados trabalharemos incansavelmente para trazer o Irã de volta da beira da destruição, tornando-o economicamente maior, melhor e mais forte do que nunca – enfatizou Trump.

O ex-presidente também aproveitou para lançar um novo slogan político, inspirado em seu conhecido lema “MAGA” (Make America Great Again). Na postagem, ele apresentou a sigla “MIGA”, abreviação de “Make Iran Great Again” (“Tornar o Irã Grande Novamente”).

– O Irã terá um grande futuro. Tornem o Irã grande novamente – acrescentou.

Guerra

As declarações de Trump ocorrem em meio à escalada de tensões após a guerra iniciada pelos Estados Unidos e Israel contra o território iraniano, no último dia 28 de março.

Aliados chegaram a anunciar uma “nova fase” do conflito, que incluirá um “aumento drástico” do poder de fogo contra o Irã e bombardeios à “infraestrutura do regime” dos aiatolás.  

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