Um dos suspeitos se escondeu dentro do forro do estabelecimento durante a captura.
Por Redação, com Agenda do Poder – do Rio de Janeiro
Dois homens, de 26 e 24 anos, foram presos por tentativa de furto a uma joalheria no Shopping Metropolitano, na Barra da Tijuca, Zona Sudoeste do Rio. Durante a prisão, no domingo, um dos criminosos se escondeu no forro do estabelecimento.

A captura foi realizada por agentes da Operação Segurança Presente, após receberem informações de que dois suspeitos estariam tentando praticar o crime no interior do estabelecimento. No local, um dos homens foi detido, enquanto o outro tentou fugir e se escondeu no forro da loja.
Após buscas, ele foi localizado por uma equipe do 18º BPM (Jacarepaguá) e acabou detido. Com eles, os agentes apreenderam diversos materiais como cordas de nylon, uma marreta, chaves de fenda, alicates, barras metálicas, hastes e outros utensílios utilizados na tentativa de furto.
A ocorrência seguiu encaminhada à 32ª DP (Taquara), onde os dois permaneceram presos por tentativa de furto.
Passaporte falso
Uma mulher de origem marroquina foi presa em flagrante na noite de sexta-feira, na Ilha do Governador, Zona Norte do Rio, após ser flagrada com um passaporte francês falso. A ação foi realizada por agentes da 37ª DP, após denúncias sobre a presença de uma suposta turista francesa em situação irregular no país.
A investigação levou os policiais até um hotel da região, onde a mulher foi localizada. Durante a abordagem, ela afirmou ter dupla nacionalidade e apresentou dois passaportes: um do Marrocos e outro da França. No entanto, a autenticidade do documento francês foi rapidamente descartada após verificação junto a órgãos oficiais do país europeu.
Coordenados pelo delegado Felipe Santoro, os agentes deram voz de prisão à suspeita ainda no local. Em depoimento, a mulher relatou ter pago 3 mil euros pelo passaporte em São Paulo. Segundo ela, foi convencida por um estrangeiro de que o documento seria legítimo e amplamente aceito para entrada na Europa.
Ainda de acordo com o relato, a promessa feita pelo intermediário era de que o uso do documento não traria problemas, sob o argumento de que seria uma prática comum. Apesar disso, a mulher afirmou que não chegou a utilizar o passaporte em nenhuma viagem internacional.
Investigação
A Polícia Civil apura agora a possível existência de um esquema mais amplo por trás da falsificação e comercialização de documentos. De acordo com o delegado Felipe Santoro, esse tipo de crime costuma estar associado a redes internacionais de migração ilegal e até tráfico de pessoas, que exploram estrangeiros em situação de vulnerabilidade.
Segundo ele, o caso acende um alerta para o uso do Brasil como ponto de passagem em rotas clandestinas. As investigações seguem em andamento para identificar outros envolvidos e desarticular possíveis conexões com organizações criminosas especializadas nesse tipo de prática.