Rio de Janeiro, 08 de Abril de 2026

Rio limita ingressos culturais a R$ 100 e amplia meia-entrada

A nova regra da Prefeitura do Rio fixa o valor máximo de ingressos em R$ 100 e amplia a meia-entrada para novos grupos, promovendo o acesso à cultura.

Quarta, 08 de Abril de 2026 às 13:14, por: CdB

Regra vale para teatros, museus e centros culturais municipais e estabelece limite médio de R$ 55.

Por Redação, com Agenda do Poder – do Rio de Janeiro

A prefeitura do Rio estabeleceu novas regras para a cobrança de ingressos em equipamentos culturais municipais, como teatros, museus e centros culturais. A medida fixa em R$ 100 o valor máximo da entrada inteira e amplia o acesso à meia-entrada para novos grupos.

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A mudança foi formalizada por meio de resolução da Secretaria Municipal de Cultura (SMC), que também determina que o preço médio dos ingressos não poderá ultrapassar R$ 55 por evento.

Segundo o secretário Lucas Padilha, o objetivo é ampliar o acesso da população à programação cultural da cidade. “Nosso compromisso é democratizar o acesso da população aos seus equipamentos culturais”, afirmou o representante da prefeitura.

Meia-entrada

A nova regra amplia a lista de beneficiários da meia-entrada, que passa a incluir:

Servidores públicos municipais e estaduais

Jovens inscritos no CadÚnico

Professores de cursos comunitários

Beneficiários do Cartão Artesão Rio.

Os grupos que já tinham direito ao desconto — como estudantes, idosos e pessoas com deficiência — permanecem contemplados. O programa “Carioca Paga Meia”, voltado a moradores da cidade, também segue válido.

Além disso, a resolução estabelece que ao menos 40% dos ingressos de cada sessão ou temporada devem ser destinados à meia-entrada.

Para o público infantil, não houve mudanças. Crianças de até 2 anos e 11 meses continuam com entrada gratuita. Entre 3 e 11 anos, o valor é de meia-entrada, e, a partir dos 12 anos, passa a ser cobrada a tarifa integral — salvo casos em que o público se enquadre em outros critérios de desconto.

Exceções

A resolução prevê exceções para espaços de maior porte, como os teatros Carlos Gomes, Ziembinski, Ipanema e o Espaço Sérgio Porto.

Nesses casos, a Secretaria de Cultura poderá autorizar preços médios acima de R$ 55, desde que os produtores apresentem justificativas detalhadas de custos.

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