Rio de Janeiro, 21 de Julho de 2026

PF decide expulsar Eduardo Bolsonaro dos quadros da PF

O processo disciplinar baseia-se no fato que, sem o mandato parlamentar, ’03' teria de voltar ao posto de escrivão da Polícia Federal, no Rio de Janeiro. Ele...

Terça, 21 de Julho de 2026 às 20:33, por: CdB

O processo disciplinar baseia-se no fato que, sem o mandato parlamentar, ’03′ teria de voltar ao posto de escrivão da Polícia Federal, no Rio de Janeiro. Ele não retornou ao emprego desde então.

Por Redação – de Brasília

A Polícia Federal (PF) concluiu, nesta terça-feira, o processo administrativo disciplinar contra o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, do PL, e decidiu demiti-lo da corporação por abandono de cargo. A decisão atinge o ’03’, como também é conhecido o filho do ex-mandatário neofascista Jair Bolsonaro (PL), após a fuga para os EUA.

Eduardo Bolsonaro
Eduardo Bolsonaro se mudou para os EUA, onde trabalha contra o Brasil

Eduardo vive no Estado norte-americano da Flórida desde fevereiro de 2025, mas teria ainda um outro endereço no Texas, segundo apuração policial. Depois da cassação do mandato de deputado, a PF abriu um processo interno no início deste ano para apurar o número de faltas ao trabalho desde que foi cassado, na Câmara.

O processo disciplinar baseia-se no fato que, sem o mandato parlamentar, ’03′ teria de voltar ao posto de escrivão da Polícia Federal, no Rio de Janeiro. Ele não retornou ao emprego desde então.

 

Corporação

Embora a demissão, para ter efeito, precise da assinatura do ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva, e da publicação do ato, a determinação é considerada líquida e certa nos corredores da sede da PF, em Brasília. A decisão administrativa já definiu que Eduardo Bolsonaro será expulso da corporação.

A assessoria jurídica do Ministério da Justiça analisa a correção do processo disciplinar. Mas não há mais margem para mudança na posição adotada pela Polícia Federal. Desde fevereiro, Eduardo está afastado do cargo. Na decisão, o corregedor regional da PF no Rio de Janeiro também determinou que ele entregasse a carteira funcional e a arma de fogo.

O ex-deputado, homiziado em algum lugar dos EUA, foi condenado em outra ação, no STF, e alega sofrer perseguição política da Justiça.

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