Rio de Janeiro, 26 de Março de 2026

Israel mata líder naval da Guarda Revolucionária iraniana

O chefe da Marinha da Guarda Revolucionária do Irã, Alireza Tangsiri, foi morto em ataque israelense, aumentando as tensões no Oriente Médio e afetando os preços de energia.

Quinta, 26 de Março de 2026 às 10:47, por: CdB

O canal está bloqueado há quase um mês por causa da guerra no Oriente Médio, o que provocou uma disparada nos preços de commodities energéticas no mercado internacional.

Por Redação, com ANSA – de Teerã

O governo de Israel anunciou nesta quinta-feira que o chefe da Marinha da Guarda Revolucionária do Irã, Alireza Tangsiri, teria sido morto em um novo bombardeio contra o país persa.

Israel mata líder naval da Guarda Revolucionária iraniana | Irã ainda não confirmou a morte oficialmente
Irã ainda não confirmou a morte oficialmente

– Na noite passada, em uma operação precisa e letal, as Forças de Defesa de Israel eliminaram o comandante da Marinha da Guarda Revolucionária, Tangsiri, juntamente com oficiais de alto escalão do comando naval – afirmou o ministro da Defesa israelense, Israel Katz, em mensagem de vídeo.

Segundo a imprensa israelense, citando uma autoridade militar, o comandante iraniano era responsável por executar o fechamento do Estreito de Ormuz, rota marítima crucial para o escoamento da produção de petróleo e gás natural do Golfo Pérsico.

Bloqueado

O canal está bloqueado há quase um mês por causa da guerra no Oriente Médio, o que provocou uma disparada nos preços de commodities energéticas no mercado internacional. De acordo com o jornal Times of Israel, Tangsiri foi alvo de um ataque em Bandar Abbas, cidade no sul do Irã. Até o momento, o regime iraniano não confirmou oficialmente a morte.

Se confirmada, a morte de Tangsiri se somará a uma série de execuções de altos funcionários do regime iraniano atribuídas a Israel e aos Estados Unidos desde o início do conflito, no fim de fevereiro.

Entre as principais autoridades de Teerã mortas até agora estão o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, e o então chefe do Conselho Supremo de Segurança, Ali Larijani.

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