Rio de Janeiro, 12 de Julho de 2026

Caiado critica Flávio e diz que liderança não se herda

O senador divulgou uma carta atribuída ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em apoio à sua candidatura ao Palácio do Planalto.

Domingo, 12 de Julho de 2026 às 11:55, por: CdB

O senador divulgou uma carta atribuída ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em apoio à sua candidatura ao Palácio do Planalto.

Por Redação, com CartaCapital – de Brasília

O ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência, Ronaldo Caiado (PSD) ironizou o senador Flávio Bolsonaro (PL) após ele divulgar uma carta atribuída ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em apoio à sua candidatura ao Palácio do Planalto.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD)

“Flávio Bolsonaro, 45 anos, leu uma carta do pai ao vivo pra dizer que tá pronto pra ser presidente. É isso…”, escreveu, em suas redes sociais.

Na sequência, Caiado afirmou que um candidato à presidência precisa demonstrar capacidade de agir sozinho nos ‘momentos mais duros’.

– O eleitor não quer um presidente que precise de aval constante de outra liderança; quer alguém capaz de conduzir o país por conta própria – acrescentou. “Numa eleição presidencial, liderança não se herda, se demonstra”, finalizou o pré-candidato.

Flávio e Michelle Bolsonaro

Em um trecho da carta, Bolsonaro diz que o senador é a melhor opção para livrar o Brasil “da corrupção, da violência e do empobrecimento”. “Ele é meu pré-candidato – creio que o seu também – meu porta-voz, no qual confio para resgatar o Brasil e nos conduzir para a paz e a prosperidade”. A manifestação ocorre em meio a uma crise entre Flávio e Michelle Bolsonaro, esposa do ex-presidente.

Após a publicação, o deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, a revogação da prisão domiciliar humanitária concedida ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Segundo o parlamentar, Bolsonaro descumpriu as medidas cautelares impostas, como a proibição de “usar aparelhos celulares e acessar redes sociais”, inclusive por meio de “assessores ou terceiros”, além da “gravação de vídeos e a divulgação de suas imagens e manifestações”.

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