Rio de Janeiro, 05 de Fevereiro de 2026

Anvisa e MPF reforçam combate aos cigarros eletrônicos

Anvisa e MPF firmam parceria para combater o comércio ilegal de cigarros eletrônicos, garantindo a saúde pública e o cumprimento da RDC 855-2024.

Quinta, 05 de Fevereiro de 2026 às 13:11, por: CdB

Parceria prevê compartilhamento de informações técnicas e apuração de infrações.

Por Redação, com ACS – de Brasília

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Ministério Público Federal (MPF) assinaram acordo estratégico para intensificar as ações de fiscalização e fortalecer o enfrentamento ao comércio ilegal de dispositivos eletrônicos para fumar (DEF), popularmente conhecidos como cigarros eletrônicos ou vapes.

Anvisa e MPF reforçam combate aos cigarros eletrônicos | O acordo também prevê ações de comunicação e sensibilização sobre os riscos associados ao uso de vapes
O acordo também prevê ações de comunicação e sensibilização sobre os riscos associados ao uso de vapes

A parceria visa garantir o cumprimento da RDC 855-2024, que proíbe afabricação, a importação, a comercialização, a distribuição, o armazenamento, o transporte e a propaganda de cigarros eletrônicos em território nacional. A ideia é unir a expertise técnica da Anvisa ao poder de atuação jurídica do MPF. O acordo foi assinado pelo diretor-presidente da Anvisa, Leandro Safatle , e pela secretária-geral do MPF, Eliana Torelly.

Medidas

Entre as medidas previstas estão o compartilhamento sistemático de informações técnicas e dados sobre fiscalizações realizadas em ambientes físicos e virtuais, assim como a promoção de ações coordenadas. Caberá à Anvisa fornecer subsídios técnicos e informações sobre a s ações do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS) . Já o MPF fará a apuração das infrações identificadas e a articulação com outros órgãos de controle.

Além disso, o acordo também prevê o desenvolvimento de ações de comunicação e sensibilização sobre os riscos associados ao uso de DEFs, como parte das estratégias de proteção da saúde pública.

O acordo terá vigência inicial de cinco anos, com reuniões periódicas entre as equipes responsáveis. Nãohá previsão de transferência de recursos entre as partes.

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