Segundo a agência, esses medicamentos são produzidos por empresas desconhecidas e são vendidos – em perfis no Instagram – “sem registro, notificação ou cadastro na Anvisa”.
Por Redação, com ABr – de Brasília
Os medicamentos à base de tirzepatida das marcas Synedica e TG, e de retatrutida, de todas as marcas e lotes, tiveram sua comercialização, distribuição, fabricação, importação, divulgação e uso proibidos pela Agência Nacional de Saúde (Anvisa) nesta quarta-feira. Esses produtos são popularmente conhecidos como “canetas emagrecedoras do Paraguai”.

Segundo a agência, esses medicamentos são produzidos por empresas desconhecidas e são vendidos – em perfis no Instagram – “sem registro, notificação ou cadastro na Anvisa”.
A Anvisa diz também em seu comunicado que, por serem irregulares e de origem desconhecida, “não há garantia sobre o seu conteúdo ou qualidade”, e que por isso essas canetas emagrecedoras não podem ser usadas “em nenhuma hipótese”.
A resolução sobre a proibição foi publicada no Diário Oficial da União nesta quarta.
Medicamento genérico do Dexilant
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) concedeu na terça-feira o registro do primeiro medicamento genérico do Dexilant, utilizado no tratamento da azia relacionada à doença de refluxo gastroesofágico e de lesões no esôfago causadas por esofagite erosiva, além de atuar na redução da acidez estomacal.
A liberação do registro genérico para o dexlansoprazol, princípio ativo da medicação, foi publicada no Diário Oficial da União (DOU).
O novo medicamento genérico está indicado para adultos e adolescentes entre 12 e 17 anos, em versões de 30 e 60 miligramas (Mg).
Segundo a Anvisa, a chegada do genérico ao mercado é considerada um avanço importante para os pacientes, já que medicamentos genéricos têm preços mais acessíveis.
“Isso tende a ampliar o acesso ao tratamento, especialmente para pessoas que necessitam do uso contínuo da medicação”, disse a Anvisa.
A agência reguladora destaca ainda que o medicamento genérico mantém os mesmos padrões de qualidade, segurança e eficácia exigidos para os produtos de referência.
“Como todo medicamento genérico aprovado pela Anvisa, o novo dexlansoprazol passou por avaliação técnica rigorosa que comprova sua equivalência terapêutica em relação ao produto de referência”, apontou a agência reguladora.