Rio de Janeiro, 16 de Março de 2026

Polícia Civil investiga fraudes após invasão de celulares roubados no Rio

Operação da Polícia Civil mira quadrilha que realiza fraudes bancárias utilizando celulares roubados no Rio de Janeiro. Saiba mais sobre a investigação.

Segunda, 16 de Março de 2026 às 12:23, por: CdB

Agentes participam de operação para desarticular quadrilha especializada nesse tipo de crime.

Por Redação, com Agenda do Poder – do Rio de Janeiro

A Polícia Civil faz uma operação nesta segunda-feira para desarticular uma quadrilha especializada em um esquema de fraudes bancárias após invadir celulares roubados ou furtados.

Polícia Civil investiga fraudes após invasão de celulares roubados no Rio | Polícia Civil mira quadrilha especializada em fraudes bancárias com celulares roubados
Polícia Civil mira quadrilha especializada em fraudes bancárias com celulares roubados

Os agentes cumprem mandados de busca e apreensão no Rio e em municípios da Baixada Fluminense em mais uma fase da chamada Operação Rastreio. Ainda não há informações sobre prisões. A operação segue em andamento.

A investigação teve início em maio de 2025, após a Delegacia de Repressão aos Crimes contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM) desarticular uma quadrilha com receptadores de celulares roubados.

Na ocasião, 16 pessoas acabaram sendo presas e mais de 200 aparelhos foram apreendidos e periciados.

Durante a extração de dados, agentes identificaram que a subtração desses celulares alimentava um sofisticado esquema criminoso de fraude bancária.

O esquema

Segundo as investigações, os criminosos adquiriam os aparelhos roubados ou furtados no Mercado Popular da Uruguaiana, na região central do Rio. Em seguida, violavam os dispositivos para acessarem aplicativos financeiros das vítimas. Então, realizavam transferências do dinheiro para contas-correntes abertas de forma fraudulenta.

Essas contas eram criadas com o uso de documentos falsos ou em nome de pessoas em situação de vulnerabilidade social, aliciadas para atuar como “laranjas” no esquema. Após os saques, o dinheiro era convertido em papel-moeda, dificultando o rastreamento do fluxo financeiro.

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