O grupo responsável pelo ingresso destes produtos estrangeiros e posterior revenda dentro do Brasil seria comandado por um policial militar, de acordo com a PRF.
Por Redação, com ABr – do Rio de Janeiro
A Polícia Federal (PF) está nas ruas na manhã desta quinta-feira com a Operação Conexão Paralela, para combater a entrada clandestina de produtos eletrônicos no país.

Ao todo, estão sendo cumpridos seis mandados de busca e apreensão nas cidades do Rio de Janeiro e Maricá, no Grande Rio.
O grupo responsável pelo ingresso destes produtos estrangeiros e posterior revenda dentro do Brasil seria comandado por um policial militar, de acordo com a PRF.
Os produtos, especialmente smartphones, eram introduzidos no país sem o pagamento de impostos de importação. A revenda de milhares destes produtos teria movimentado cerca de R$ 60 milhões nos últimos anos.
Os investigados poderão responder pelos crimes de descaminho e associação criminosa.
Pesca ilegal
A Polícia Federal, com o apoio do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), deflagrou, na terça-feira, a Operação Barbatana, para combater a pesca ilegal de tubarões, de arraias e de outras espécies de peixes na Reserva de Vida Silvestre do Arquipélago de Alcatrazes.
A investigação teve início a partir de fiscalização realizada por integrantes do ICMBio de São Sebastião (SP), em novembro de 2025, que resultou na apreensão de animais e na aplicação de multas administrativas superiores a R$ 3 milhões.
Entre as espécies identificadas, estão quatro espécies de tubarões (Carcharhinus falciformis, Sphyrna lewini, Sphyrna zygaena e Carcharhinus brevipinna), além de arraias das espécies Atlantoraja castelnaui e Squatina guggenheim. Ao todo, foram contabilizados mais de 300 tubarões, além de outras espécies de peixes.
Os itens apreendidos serão analisados pela Polícia Federal para a coleta de novas provas. Os responsáveis pela pesca ilegal serão intimados a prestar esclarecimentos no curso da investigação.