Rio de Janeiro, 12 de Março de 2026

Performance de Flávio Bolsonaro melhora para o segundo turno

Nova pesquisa revela que Flávio Bolsonaro se mantém na segunda posição na disputa pela presidência, desafiando Lula em um cenário polarizado.

Quarta, 11 de Março de 2026 às 21:04, por: CdB

Flávio Bolsonaro, ou filho ’01’ como é conhecido, quando apresentado como opção, sempre aparece na segunda posição.

Por Redação – de São Paulo

A nova pesquisa eleitoral do Instituto Ideia sobre a disputa pela presidência da República, divulgada nesta quarta-feira, permanece em linha com levantamentos anteriores que apontam a polarização entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O levantamento, encomendado pelo Canal Meio mostra também que Lula permanece numericamente à frente dos adversários em todos os cenários de primeiro turno testados.

Performance de Flávio Bolsonaro melhora para o segundo turno | O governador do Paraná, Ratinho Jr., também aparece bem nas pesquisas
O governador do Paraná, Ratinho Jr., também aparece bem nas pesquisas

Flávio Bolsonaro, ou filho ’01’ como é conhecido, quando apresentado como opção, sempre aparece na segunda posição. Os demais pré-candidatos ficam muito atrás do petista e do primogênito do ex-mandatário neofascista Jair Bolsonaro (PL), atualmente preso em Brasília.

Embora o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) tenha reafirmado sua candidatura à reeleição e declarado apoio a Flávio Bolsonaro para a Presidência da República, a pesquisa voltou a testar o nome dele como possível candidato. Neste caso, Tarcísio desponta como rival mais próximo de Lula.

 

Ratinho

Foram testados diferentes cenários para o segundo turno. A disputa entre Lula e Flávio permanece acirrada, assim como o improvável embate com Tarcísio. Nos dois casos há empate técnico, considerando a margem de erro. Entre os possíveis candidatos do PSD, Ratinho Junior é aquele que se mostra mais competitivo contra o presidente Lula, para o segundo turno.

Foram feitas 1,5 mil entrevistas telefônicas entre os dias 6 e 10 de março. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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