Rio de Janeiro, 04 de Abril de 2025

EUA apertam fiscalização sobre compras populares de Shein e Temu

Tanto a fiscalização do CBP quanto a do Brasil acusam as gigantes chinesas de usarem múltiplos registros para enviar itens importados isentos de impostos, driblando as taxas como pacotes diretos ao consumidor. 

Sexta, 07 de Junho de 2024 às 13:38, por: CdB

Tanto a fiscalização do CBP quanto a do Brasil acusam as gigantes chinesas de usarem múltiplos registros para enviar itens importados isentos de impostos, driblando as taxas como pacotes diretos ao consumidor. 

Por Redação, com Canaltech – de Washington

Assim como acontece no Brasil, os Estados Unidos estão preocupados com os bilhões de dólares em pedidos de compras eletrônicas populares de gigantes varejistas chinesas, em especial Shein e Temu. Ambos os governos vêm olhando com mais rigor os produtos que estariam driblando o pagamentos de impostos com “múltiplos corretores”.

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Remessas sem tarifas populares entre Shein e Temu passaram a ser um obstáculo na alfândega dos Estados Unidos

Os pedidos isentos de taxas, com valor médio de US$ 50, devem somar 1 bilhão de pacotes em 2024 em território ianque, de acordo com a Alfândega e Proteção de Fronteiras dos Estados Unidos (U.S. Customs and Border Protection – CBP). Especialistas já preveem atrasos e gargalos nas entregas de itens importados.

Tanto a fiscalização do CBP quanto a do Brasil acusam as gigantes chinesas de usarem múltiplos registros para enviar itens importados isentos de impostos, driblando as taxas como pacotes diretos ao consumidor.

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Suposto contrabando

Para apertar o cerco ao suposto contrabando, o CBP anunciou no final da semana passada que suspendeu “múltiplos corretores” de um programa de liberação acelerada para as importações isentas de impostos e diretas ao consumidor. De acordo com especialistas alfandegários consultados pela Reuters, até seis empresas foram suspensas.

A ação do CBP acontece em meio à intensa pressão política do ano eleitoral sobre o governo Biden para proteger as empresas estadunidenses. Alguns legisladores dizem que as regras atuais favorecem vantagens injustas às chinesas, em detrimento dos comerciantes locais.

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