Os EUA “atingiram dezenas de alvos pertencentes ao Corpo de Guardas da Revolução Islâmica (IRGC) no Irã.
Por Redação, com ANSA – de Washington
O Comando Central dos EUA (Centcom) anunciou nesta quinta-feira a conclusão de uma “série de ataques pesados” contra o Irã, acusado de romper a frágil trégua de três dias entre as partes e atacar forças americanas no Oriente Médio.

Os EUA “atingiram dezenas de alvos pertencentes ao Corpo de Guardas da Revolução Islâmica (IRGC) no Irã, incluindo centros de comando militar, instalações de mísseis e drones, locais de vigilância e defesa costeira e capacidades marítimas”.
“Esses ataques visaram reduzir ainda mais as ameaças que Teerã e seus aliados representam para as forças dos EUA, para a navegação comercial e para os países vizinhos do Golfo”, afirmou o Centcom no X.
Enquanto isso, durante um comício virtual, o presidente americano, Donald Trump, prometeu “acabar com o Irã muito em breve”.
A ofensiva ocorreu após o Centcom confirmar, no anoitecer de quarta-feira, que a Guarda Revolucionária “lançou mísseis balísticos de surpresa contra forças americanas no Oriente Médio”, na Jordânia. Um porta-voz jordaniano confirmou que o Exército do país “abateu cinco mísseis iranianos”.
Irã
Segundo a mídia estatal iraniana, as agressões dos EUA na ilha de Qeshm “mataram três pessoas da mesma família: o pai, a mãe e o filho de dois anos”.
A Guarda Revolucionária também confirmou a morte de três de seus soldados no noroeste do país e prometeu uma “dura resposta” contra nações consideradas responsáveis por ajudar os EUA em ataques contra Teerã.
“Países que ajudarem o agressor enfrentarão uma resposta dura se não corrigirem sua conduta”, diz um comunicado citado pela agência de notícias Fars, referindo-se ao bombardeio conjunto entre EUA e Arábia Saudita contra alvos iranianos no Iraque.