Rio de Janeiro, 17 de Janeiro de 2026

Clientes do Banco Master começam a receber devolução de investimentos

Clientes do Banco Master começam a receber devolução de investimentos após liquidação. FGC garante até R$ 250 mil por investidor. Confira os detalhes.

Sábado, 17 de Janeiro de 2026 às 16:01, por: CdB

O Banco Master, liquidado pelo Banco Central em novembro do ano passado, é alvo de inquérito na Polícia Federal (PF) por “graves violações” às normas que regem o sistema financeiro.

Por Redação, com Reuters – de Brasília

O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) informou em nota pública, neste sábado, que os pagamentos a investidores do Banco Master começarão a ser feitos a partir da próxima segunda-feira, depois que a consolidação das informações dos credores foi finalizada.

Clientes do Banco Master começam a receber devolução de investimentos | Dirigentes públicos teriam autorizado ou mantido investimentos duvidosos, no Banco Master
Dirigentes públicos teriam autorizado ou mantido investimentos duvidosos, no Banco Master

O Banco Master, liquidado pelo Banco Central em novembro do ano passado, é alvo de inquérito na Polícia Federal (PF) por “graves violações” às normas que regem o sistema financeiro; além dos problemas de liquidez e uma possível fraude de aproximadamente R$12 bilhões.

De acordo com o FGC, após revisão de informações, R$ 40,6 bilhões serão repassados a 800 mil investidores, que terão acesso aos recursos em até dois dias úteis após solicitação da garantia por meio do aplicativo — ou site da instituição, no caso de pessoa jurídica.

 

Reservas

O FGC informou que possui liquidez de R$ 125 bilhões, conforme dados de novembro de 2025.

“Mesmo após o pagamento das garantias do caso Master, o fundo permanece com reservas robustas, suficientes para suportar cenários severos de estresse de mercado”, diz a nota.

O fundo oferece garantia de até R$ 250 mil, por CPF ou CNPJ, e por instituição, para investimentos em produtos como conta corrente, poupança, CDB, RDB, LCI, LCA e LCD. O teto é de R$ 1 milhão a cada quatro anos, por investidor.

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