Os italianos foram levados por agentes israelenses para uma delegacia e, até o momento, não há mais informações sobre eles.
Por Redação, com ANSA – de Roma
Cinco ativistas italianos foram detidos na Cisjordânia na quinta-feira. De acordo com o Ministério das Relações Exteriores da Itália, todos são ativistas, que ao lado de outros estrangeiros, acompanhavam palestinos na colheita de azeitonas no vilarejo de Al-Lubban al-Gharbiyye no momento da prisão.

Os italianos foram levados por agentes israelenses para uma delegacia e, até o momento, não há mais informações sobre eles.
A Farnesina solicitou a libertação imediata de seus cidadãos, enquanto a Embaixada da Itália em Tel Aviv e o Consulado-Geral da Itália em Jerusalém buscam esclarecimentos sobre as circunstâncias da detenção, além de garantir que os ativistas recebam assistência consular.
A temporada de colheita de azeitonas — uma fonte vital de subsistência para o povo palestino — é um período em que o risco de incidentes envolvendo colonos israelenses é extremamente elevado. Muitos ativistas de diversas partes do mundo viajam para o território ocupado a fim de oferecer apoio e assistência aos agricultores locais, atuando, muitas vezes, como escudo humano.
Cisjordânia
Nos últimos dias, outros dois italianos, Alberto e Manuel Tartarotti, sendo pai e filho, desembarcaram na Cisjordânia para oferecer assistência durante a colheita, quando foram levados pela polícia israelense sob acusações de terrorismo, antes de serem formalmente deportados.
Na sequência, cinco ativistas italianas, no mesmo contexto, foram mantidas por horas em uma delegacia, interrogadas e, posteriormente, deportadas no dia seguinte.