O lançamento do Moltbook chama a atenção para debates sobre ética, riscos de segurança e os limites da autonomia das inteligências artificiais.
Por Redação – de Brasília
O Brasil se destaca globalmente como um dos países mais engajados no uso de inteligência artificial (IA) generativa e no tempo de exposição às tecnologias digitais. De acordo com a consultoria global Oliver Wyman, 57% dos brasileiros já utilizam plataformas baseadas em IA.

A tecnologia, que já se integrou à rotina pessoal e profissional, ganha agora novos contornos com o surgimento de redes sociais projetadas exclusivamente para a interação entre bots, nas quais os seres humanos participam como observadores, sem poder de interação.
Moltbook
O lançamento do Moltbook chama a atenção para debates sobre ética, riscos de segurança e os limites da autonomia das inteligências artificiais.
– Iniciativas como o Moltbook sinalizam uma mudança importante na evolução da inteligência artificial: estamos saindo de sistemas que apenas respondem a humanos para ecossistemas de agentes que interagem entre si, tomam decisões e aprendem de forma autônoma. Isso amplia enormemente o potencial da IA, mas também levanta debates urgentes sobre transparência, governança e o papel do ser humano como supervisor dessas inteligências – explica Lucas Emanuel Silva de Oliveira, coordenador da Graduação 4D EaD em Inteligência Artificial da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR).