No mês, os custos com materiais de construção registraram alta de 0,25%, acumulando elevação de 2,56% tanto em 2025 quanto em 12 meses.
Por Redação, com ACS – de São Paulo
O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) divulgou nesta quinta-feira que o Custo Unitário Básico (CUB) global da indústria da construção paulista registrou variação positiva de 0,31% em dezembro de 2025. Com o resultado, o indicador acumulou elevação de 4,14% no ano e também em 12 meses.

No mês, os custos com materiais de construção registraram alta de 0,25%, acumulando elevação de 2,56% tanto em 2025 quanto em 12 meses. Os custos com mão de obra avançaram 0,33% em dezembro, encerrando o ano com alta de 5,17% no acumulado anual e em 12 meses. Já os custos administrativos, representados pelos salários dos engenheiros, apresentaram variação positiva de 0,63% no mês e acumularam alta de 6,40% no ano e no período de 12 meses.
Com isso, o CUB representativo da construção paulista (padrão R8-N) fechou dezembro em R$ 2.123,87.
Desoneração
Nas obras incluídas na desoneração da folha de pagamentos, o CUB registrou variação positiva de 0,31% em dezembro. No acumulado de 2025, a alta foi de 5,93%, mesma variação registrada em 12 meses. O custo médio da construção paulista (R8-N) com desoneração atingiu R$ 2.015,90 no mês.
Em dezembro, alguns insumos apresentaram variações superiores ao IGP-M, que registrou queda de 0,01% no mês. Entre as maiores altas mensais destacaram-se o tubo de ferro galvanizado com costura Ø 2 1/2″ (1,84%), a tinta látex branca PVA (1,09%), as esquadrias de correr em alumínio 4 folhas (0,97%), a telha ondulada de fibrocimento 6 mm (0,91%) e a placa de gesso para forro sem colocação (0,89%).
No acumulado de 12 meses, os aumentos mais expressivos foram observados na janela de correr 2 folhas 1,2 x 1,2 m (10,84%), nas esquadrias de correr em alumínio 4 folhas (9,33%), no tubo PVC-R rígido para esgoto Ø 150 mm (8,96%), no bloco de concreto 19 x 19 x 39 cm (7,89%) e na placa de gesso para forro sem colocação (7,84%).