Rio de Janeiro, 27 de Agosto de 2026

Nível de desemprego cai ao menor patamar da série histórica, diz IBGE

No trimestre anterior, terminado em abril, a taxa era de 5,8%. Já no mesmo período do ano passado, 5,6%. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Quinta, 27 de Agosto de 2026 às 21:44, por: CdB

No trimestre anterior, terminado em abril, a taxa era de 5,8%. Já no mesmo período do ano passado, 5,6%. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Por Redação, com ABr – do Rio de Janeiro

A taxa de desemprego no trimestre terminado em julho ficou em 5,3%. O resultado representa o menor patamar para esse período de três meses de toda a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, iniciada em 2012.

Dados são de pesquisa sobre emprego, do IBGE

No trimestre anterior, terminado em abril, a taxa era de 5,8%. Já no mesmo período do ano passado, 5,6%. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

A Pnad revelou que o número de pessoas ocupadas atingiu 103,3 milhões, um recorde histórico. O número de empregados com carteira assinada (excluindo trabalhadores domésticos) foi 39,4 milhões, também foi o maior até hoje.

 

Informalidade

Já a quantidade de trabalhadores sem carteira assinada era de 13,8 milhões, um crescimento de 3,6% na comparação com o período até abril (mais 477 mil pessoas). De acordo com o analista da pesquisa, William Kratochwill, o crescimento da ocupação no trimestre até julho foi puxado pelo setor de construção civil.

— A maioria aconteceu entre pedreiros e trabalhadores elementares da construção de edifícios — observou.

 

Ocupação

O analista acrescenta que mudanças tecnológicas têm facilitado a obtenção de ocupação.

— Hoje em dia, com telefone e bicicleta, você consegue trabalhar. A tecnologia está mudando o mercado de trabalho — pontuou.

O contingente de desocupados ficou em 5,8 milhões, o que significa menos 503 mil pessoas (recuo de 8%) em relação ao trimestre de fevereiro a abril, um número muito próximo do pleno emprego, segundo o relatório do IBGE.

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