A ameaça foi divulgada em meio à escalada das tensões militares no Oriente Médio e à continuidade dos confrontos envolvendo Israel e forças aliadas do Irã na região.
Por Redação, com Irna – de Teerã
A Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) jurou de morte o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, declarando neste domingo que irá persegui-lo até matá-lo, caso ele permaneça vivo até o fim do conflito em curso entre os dois países. A ameaça foi divulgada em comunicado publicado no site oficial do corpo militar, Sepah News.

Segundo o comunicado, o IRGC considera Netanyahu um “criminoso que mata crianças” e afirmou que continuará a persegui-lo diretamente. “Se este criminoso que mata crianças estiver vivo, continuaremos a persegui-lo e a matá-lo com toda a força”, jurou a Guarda Revolucionária.
A ameaça foi divulgada em meio à escalada das tensões militares no Oriente Médio e à continuidade dos confrontos envolvendo Israel e forças aliadas do Irã na região.
Declaração
No texto divulgado pelo Sepah News, a Guarda Revolucionária adotou um tom extremamente duro ao se referir ao premiê israelense, acusando-o de responsabilidade por ataques contra civis palestinos.
“Se este criminoso que mata crianças estiver vivo, continuaremos a persegui-lo e a matá-lo com toda a força”, reiterou o comunicado, apontando diretamente Netanyahu como alvo.
A IRGC é uma das principais estruturas militares do Irã e exerce forte influência nas operações externas e na política de segurança do país.
Hezbollah
Além da ameaça direta ao líder israelense, a Guarda Revolucionária também afirmou que realizou neste domingo um ataque conjunto de mísseis contra Israel ao lado do Hezbollah, movimento libanês aliado de Teerã.
De acordo com a agência iraniana Fars, vinculada ao Estado iraniano, a operação teria sido conduzida de forma coordenada entre as forças da IRGC e o grupo libanês, ampliando o risco de escalada regional do conflito.
O Hezbollah, sediado no Líbano e apoiado pelo Irã, tem sido um dos principais atores militares na frente norte contra Israel desde o agravamento das tensões no Oriente Médio.