A premiê também reforçou ser contrária à presença de artistas russos no evento internacional na capital do Vêneto.
Por Redação, com ANSA – de Roma
A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, não excluiu a possibilidade de a Fundação Bienal de Veneza sofrer consequências por sua decisão de permitir a participação da Rússia na 61ª Bienal de Arte.

– Existem vários posicionamentos, incluindo os da comunidade internacional, com riscos de corte de financiamento – avaliou Meloni ao ser questionada pela imprensa na terça-feira. “Acho que a Bienal deveria levar isso em consideração”, acrescentou.
Russos
A premiê também reforçou ser contrária à presença de artistas russos no evento internacional na capital do Vêneto.
– O governo discorda, mas a Bienal é uma fundação autônoma. Mas isso não altera a política externa do país, que é determinada pelo governo, pelo Parlamento e pelo presidente da República – disse Meloni.
Na terça-feira, a União Europeia formalizou à Fundação seu desejo de suspender uma verba de 2 milhões de euros (R$ 11,7 milhões) devido à participação russa na 61ª edição da Bienal, que ocorrerá de 9 de maio a 22 de novembro.