Mariana Tanaka era administradora de empresas e havia acabado de chegar no Rio para trabalhar em uma multinacional.
Por Redação, com Agenda do Poder – do Rio de Janeiro
Mariana Tanaka Abdul Hak, de 20 anos, se preparava para começar uma nova etapa da vida no Rio de Janeiro. Formada em administração de empresas e após anos vivendo no exterior, a jovem havia acabado de desembarcar na cidade para trabalhar em uma multinacional quando foi atropelada em Ipanema, na Zona Sul do Rio.

Mariana morreu no domingo, um dia após ser atingida por uma van que invadiu a calçada na esquina das ruas Vinicius de Moraes e Visconde de Pirajá. A mãe dela, Ana Patrícia Neves Abdul Hak, e um homem também ficaram feridos. O caso é investigado pela Polícia Civil.
Filha do diplomata Ibrahim Abdul Hak Neto, assessor especial da Presidência da República para temas de paz e segurança, e de Ana Patrícia, cônsul-adjunta do Brasil em Buenos Aires, Mariana cresceu acompanhando a carreira internacional da família. Ao longo da vida, morou em países como Reino Unido, Venezuela, Bélgica, Líbano, França e Itália.
Carreira
A jovem era formada em administração pela ESCP Business School, em Turim, na Itália, e era fluente em diversos idiomas, como inglês, espanhol e francês. Ela estava prestes a começar a trabalhar em uma multinacional no setor de cosméticos, sua área de interesse.
Segundo relatos da família, Mariana havia deixado as malas no apartamento para onde se mudaria e saiu para passear com a mãe pouco antes do acidente. Ana Patrícia estava no Rio para ajudar na mudança da filha após anos vivendo na Europa.
Após o atropelamento, segundo relatos da família, Mariana sofreu múltiplas fraturas e morreu em decorrência de traumatismo craniano.
O motorista da van foi ouvido na 14ª DP (Leblon) e liberado . A Polícia Civil informou que o veículo foi apreendido para perícia e que as circunstâncias do atropelamento seguem sob investigação.
Segundo familiares, Mariana foi velada e enterrada em São Paulo.