Rio de Janeiro, 04 de Abril de 2025

Itália avalia envolvimento do Brasil em manutenção da paz na Ucrânia

Matteo Perego di Cremnago sugere que o Brasil poderia participar de uma força de manutenção da paz na Ucrânia, garantindo segurança contra agressões da Rússia.

Terça, 01 de Abril de 2025 às 15:22, por: CdB

Uma força de manutenção da paz serviria como garantia de segurança para Kiev contra novas agressões da Rússia no caso de um cessar-fogo.

Por Redação, com ANSA e Reuters – de Roma, Kiev

O subsecretário do Ministério da Defesa da Itália, Matteo Perego di Cremnago, afirmou nesta terça-feira  que o Brasil poderia participar de uma eventual força de manutenção da paz na Ucrânia no caso de um cessar-fogo com a Rússia.

Itália avalia envolvimento do Brasil em manutenção da paz na Ucrânia | Matteo Perego di Cremnago, subsecretário do Ministério da Defesa da Itália
Matteo Perego di Cremnago, subsecretário do Ministério da Defesa da Itália

– O Brasil é um país que acreditamos que pode ser importante também em contextos geopolíticos fora da região – declarou Perego à margem de sua missão na feira Laad Defense & Security, principal feira do setor de defesa e segurança na América Latina, no Rio de Janeiro.

– Se imaginamos o envolvimento de atores terceiros em um papel de manutenção da paz na Ucrânia, além da Índia, que citamos com frequência, poderíamos pensar em um eventual papel do Brasil – acrescentou o subsecretário.

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Uma força de manutenção da paz serviria como garantia de segurança para Kiev contra novas agressões da Rússia no caso de um cessar-fogo, mas ainda não há consenso na comunidade internacional sobre o modelo mais adequado a ser adotado.

Tropas estrangeiras

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, se reunirá na sexta-feira com representantes de um pequeno grupo de países dispostos a contribuir para um contingente estrangeiro de tropas na Ucrânia, disse ele nesta terça-feira, enquanto Kiev pressiona por garantias de segurança como parte de qualquer acordo de paz.

Zelensky disse em uma coletiva de imprensa com a ministra das Relações Exteriores da Alemanha que estava aguardando respostas “mais concretas” dos aliados da Ucrânia sobre sua disposição de contribuir para tal força, uma iniciativa à qual a Rússia se opõe fortemente.

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