Rio de Janeiro, 09 de Fevereiro de 2026

Itália se aproxima da meta de pódios em Milão-Cortina

A Itália já conquistou 9 pódios nas Olimpíadas de Inverno de Milão-Cortina, quase metade da meta de 19 definida pelo Coni. Descubra mais sobre as medalhas e os atletas.

Segunda, 09 de Fevereiro de 2026 às 13:53, por: CdB

O objetivo do Comitê Olímpico Nacional Italiano (Coni) é faturar pelo menos 19 pódios nas Olimpíadas de 2026.

Por Redação, com ANSA e Reuters – de Milão

Em menos de três dias de competições por medalha nos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão e Cortina d’Ampezzo, a Itália já alcançou quase metade da meta fixada pelas autoridades esportivas do país.

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Itália celebra bronze na patinação artística por equipes

O objetivo do Comitê Olímpico Nacional Italiano (Coni) é faturar pelo menos 19 pódios nas Olimpíadas de 2026, e o time azzurro soma nove até a manhã desta segunda-feira, com um ouro, duas pratas e seis bronzes.

A Itália é o país que mais obteve medalhas até o momento, à frente da Noruega, porém ocupa o quinto lugar no quadro geral, que prioriza ouros. Os noruegueses lideram a classificação, com três medalhas douradas, uma de prata e duas de bronze.

As conquistas italianas em Milão-Cortina incluem um ouro nos 3 mil metros da patinação de velocidade com Francesca Lollobrigida, uma prata no revezamento misto 4x6km do biatlo e bronzes com Sofia Goggia e Paris Dominik no downhill do esqui alpino, com Dominik Fischnaller no luge individual, com Riccardo Lorello nos 5,5 mil metros da patinação de velocidade, com Lucia Dalmasso no slalom gigante paralelo do snowboard e com a patinação artística por equipes.

O recorde azzurro em Jogos de Inverno foi conquistado em Lillehammer 1994, com 20 pódios, sendo sete de ouro, cinco de prata e oito de bronze.

Para incentivar os atletas, o Coni fixou premiações de 180 mil euros (R$ 1,1 milhão) por cada medalha de ouro, 90 mil (R$ 550 mil) pela prata e 60 mil (R$ 370 mil) pelo bronze.

Ucrânia

O atleta ucraniano de skeleton Vladyslav Heraskevych competiu na segunda-feira nos Jogos de Inverno de Milão-Cortina usando um capacete com imagens de pessoas mortas na guerra na Ucrânia, cumprindo a promessa de usar o palco olímpico para manter a atenção global sobre o conflito.

– Alguns deles eram meus amigos – disse à agência inglesa de notícias Reuters Heraskevych, que também é o porta-bandeira de seu país, sobre os retratos exibidos em seu capacete.

Ele citou Dmytro Sharpar, um patinador artístico que foi morto durante a guerra há dois anos, bem como o biatleta Yevhen Malyshev, que morreu na guerra em março de 2022, entre outros.

O atleta de 26 anos, que ergueu uma placa com os dizeres “Não à guerra na Ucrânia” nas Olimpíadas de Pequim dias antes da invasão russa em 2022, disse que pretendia respeitar as regras olímpicas que proíbem manifestações políticas nos locais de competição, mas ainda assim garantir que a situação da Ucrânia permaneça visível durante os Jogos.

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