Rio de Janeiro, 16 de Setembro de 2026

Guarda de Pompeia é detido sob acusação de abusar de adolescente

O incidente ocorreu no último dia 16 de agosto, quando o segurança teria se fingido de guia turístico para ludibriar a vítima e atraí-la para uma casa que normalmente não fica aberta à visitação do público.

Quarta, 16 de Setembro de 2026 às 14:56, por: CdB

O incidente ocorreu no último dia 16 de agosto, quando o segurança teria se fingido de guia turístico para ludibriar a vítima e atraí-la para uma casa que normalmente não fica aberta à visitação do público.

Por Redação, com ANSA – de Roma

Um guarda do sítio arqueológico de Pompeia, no sul da Itália, foi preso sob a acusação de violência sexual contra um adolescente de 17 anos nas ruínas da antiga cidade romana, devastada por uma erupção do vulcão Vesúvio em 79 d.c.

Sítio arqueológico de Pompeia, no sul da Itália

O incidente ocorreu no último dia 16 de agosto, quando o segurança teria se fingido de guia turístico para ludibriar a vítima e atraí-la para uma casa que normalmente não fica aberta à visitação do público. Longe dos outros turistas, o agressor teria agarrado e estuprado o adolescente.

O jovem apresentou uma denúncia em um posto da Arma dos Carabineiros, a polícia militar italiana, no próprio sítio arqueológico, e investigadores usaram imagens de câmeras de segurança para identificar o suspeito, que foi preso e levado para uma penitenciária na cidade de Vallo della Lucania.

O guarda responderá pelo crime de violência sexual agravada. Pompeia é uma das atrações turísticas mais visitadas da Itália e recebeu mais de 4 milhões de pessoas em 2025.

Esqueleto

O esqueleto de um equino foi desenterrado por especialistas durante escavações realizadas em uma sala utilizada para a fabricação de pão no complexo dos Amantes Castos, no sítio arqueológico de Pompeia, na Itália.

O quarteirão, um dos conjuntos mais importantes da antiga cidade, abriga uma grande padaria com estábulos adjacentes, onde outros equinos já haviam sido encontrados. Os animais eram utilizados para mover as mós e transportar os grãos necessários à produção de pão.

Segundo os pesquisadores, o estudo dos equinos também pode contribuir para a compreensão da dinâmica da erupção e das reações dos animais aos eventos catastróficos que atingiram Pompeia, acrescentando novas informações à reconstrução daqueles momentos dramáticos.

– Durante muito tempo, Pompeia representou sobretudo a beleza de seus afrescos e a oportunidade de estudar a cultura material da Antiguidade. Na realidade, é muito mais do que isso: é a oportunidade de aprender sobre as vidas humanas perdidas durante a erupção, mas também sobre a vida dos animais – afirmou o diretor do sítio arqueológico, Gabriel Zuchtriegel.

O administrador acrescentou que estudos estão sendo conduzidos para determinar se o esqueleto pertencia a um cavalo ou a um burro. Ele também explicou que o animal foi encontrado “dentro de uma casa com belos afrescos”, que funcionava como “padaria e moinho”.

– Havia um estábulo onde, no passado, vários animais foram encontrados. Mas recentemente, durante novas escavações, outro animal foi descoberto: um equino que havia escapado e foi encontrado em outro local. Isso significa mais pesquisas não apenas sobre as vítimas humanas, mas também sobre os animais, para entender como animais e humanos viviam e trabalhavam juntos em uma sociedade de cerca de dois mil anos atrás –  declarou.

Edições digital e impressa