O incidente ocorreu no último dia 16 de agosto, quando o segurança teria se fingido de guia turístico para ludibriar a vítima e atraí-la para uma casa que normalmente não fica aberta à visitação do público.
Por Redação, com ANSA – de Roma
Um guarda do sítio arqueológico de Pompeia, no sul da Itália, foi preso sob a acusação de violência sexual contra um adolescente de 17 anos nas ruínas da antiga cidade romana, devastada por uma erupção do vulcão Vesúvio em 79 d.c.

O incidente ocorreu no último dia 16 de agosto, quando o segurança teria se fingido de guia turístico para ludibriar a vítima e atraí-la para uma casa que normalmente não fica aberta à visitação do público. Longe dos outros turistas, o agressor teria agarrado e estuprado o adolescente.
O jovem apresentou uma denúncia em um posto da Arma dos Carabineiros, a polícia militar italiana, no próprio sítio arqueológico, e investigadores usaram imagens de câmeras de segurança para identificar o suspeito, que foi preso e levado para uma penitenciária na cidade de Vallo della Lucania.
O guarda responderá pelo crime de violência sexual agravada. Pompeia é uma das atrações turísticas mais visitadas da Itália e recebeu mais de 4 milhões de pessoas em 2025.
Esqueleto
O esqueleto de um equino foi desenterrado por especialistas durante escavações realizadas em uma sala utilizada para a fabricação de pão no complexo dos Amantes Castos, no sítio arqueológico de Pompeia, na Itália.
O quarteirão, um dos conjuntos mais importantes da antiga cidade, abriga uma grande padaria com estábulos adjacentes, onde outros equinos já haviam sido encontrados. Os animais eram utilizados para mover as mós e transportar os grãos necessários à produção de pão.
Segundo os pesquisadores, o estudo dos equinos também pode contribuir para a compreensão da dinâmica da erupção e das reações dos animais aos eventos catastróficos que atingiram Pompeia, acrescentando novas informações à reconstrução daqueles momentos dramáticos.
– Durante muito tempo, Pompeia representou sobretudo a beleza de seus afrescos e a oportunidade de estudar a cultura material da Antiguidade. Na realidade, é muito mais do que isso: é a oportunidade de aprender sobre as vidas humanas perdidas durante a erupção, mas também sobre a vida dos animais – afirmou o diretor do sítio arqueológico, Gabriel Zuchtriegel.
O administrador acrescentou que estudos estão sendo conduzidos para determinar se o esqueleto pertencia a um cavalo ou a um burro. Ele também explicou que o animal foi encontrado “dentro de uma casa com belos afrescos”, que funcionava como “padaria e moinho”.
– Havia um estábulo onde, no passado, vários animais foram encontrados. Mas recentemente, durante novas escavações, outro animal foi descoberto: um equino que havia escapado e foi encontrado em outro local. Isso significa mais pesquisas não apenas sobre as vítimas humanas, mas também sobre os animais, para entender como animais e humanos viviam e trabalhavam juntos em uma sociedade de cerca de dois mil anos atrás – declarou.