Rio de Janeiro, 04 de Setembro de 2026

Explosão de gasoduto deixa ao menos 37 mortos na Nigéria

O Centro de Defesa dos Jovens e do Meio Ambiente informou que o incidente ocorreu por volta da meia-noite de quinta-feira em Okrika, no Estado de Rivers.

Sexta, 04 de Setembro de 2026 às 11:20, por: CdB

O Centro de Defesa dos Jovens e do Meio Ambiente informou que o incidente ocorreu por volta da meia-noite de quinta-feira em Okrika, no Estado de Rivers.

Por Redação, com Reuters – de Lagos, na Nigéria

Ao menos 37 pessoas morreram após inalar gases tóxicos enquanto tentavam furar um gasoduto no sul da Nigéria, informou um grupo ambientalista nesta sexta-feira, embora as autoridades ainda não tenham confirmado o número de vítimas.

Vítimas teriam inalado gases tóxicos ao tentar retirar petróleo

O Centro de Defesa dos Jovens e do Meio Ambiente informou que o incidente ocorreu por volta da meia-noite de quinta-feira em Okrika, no Estado de Rivers. A polícia afirmou que as vítimas morreram enquanto tentavam roubar petróleo.

– A investigação está em andamento para apurar as circunstâncias do incidente e verificar os fatos – disse o porta-voz da polícia de Rivers, ASP Blessing Kaborlo Agabe.

O incidente, que registrou o maior número de mortes desde pelo menos outubro de 2023, mostra o problema persistente do roubo de petróleo e do vandalismo em gasodutos no Delta do Níger, onde a extração ilegal tem causado mortes, poluição e prejuízos à indústria petrolífera da Nigéria.

Ambientalista

O grupo ambientalista informou que o incidente ocorreu no cais de Okari, enquanto uma embarcação estava sendo carregada, e supostos ladrões estavam desviando um produto petrolífero sob alta pressão para barcos. Segundo o grupo, outras pessoas estavam desaparecidas e corpos foram vistos flutuando no rio.

À agência inglesa de notícias Reuters não conseguiu confirmar de forma independente o que aconteceu, nem o número de mortos.

O Corpo de Segurança e Defesa Civil da Nigéria disse que o números de vítimas que circulava ainda não havia sido verificado e que a substância envolvida exigia confirmação técnica.

Acrescentou que está trabalhando com órgãos de segurança para determinar o número de mortos, feridos e desaparecidos, e investigar possíveis negligências, conluio ou cumplicidade criminosa.

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