Rio de Janeiro, 22 de Maio de 2026

Ex-príncipe Andrew enfrenta nova investigação por abuso sexual

O ex-duque de York, Andrew, enfrenta uma nova investigação da polícia britânica sobre alegações de agressão sexual ligadas a Jeffrey Epstein. Descubra mais sobre o caso.

Sexta, 22 de Maio de 2026 às 14:43, por: CdB

A situação do ex-duque de York teria se agravado no âmbito das investigações conduzidas pela polícia britânica sobre sua antiga ligação com o financista norte-americano Jeffrey Epstein.

Por Redação, com ANSA – de Londres

A polícia britânica revelou nesta sexta-feira que analisa uma acusação de agressão sexual contra o ex-príncipe Andrew Mountbatten-Windsor, segundo informações divulgadas pela Sky News UK.

Ex-príncipe Andrew enfrenta nova investigação por abuso sexual | Situação envolvendo filho de rainha Elizabeth II se agravou
Situação envolvendo filho de rainha Elizabeth II se agravou

A situação do ex-duque de York teria se agravado no âmbito das investigações conduzidas pela polícia britânica sobre sua antiga ligação com o financista norte-americano Jeffrey Epstein, criminoso sexual que cometeu suicídio na prisão.

De acordo com a emissora, Andrew passou a ser alvo de uma investigação preliminar por suspeita de crimes sexuais após a denúncia de uma mulher.

As autoridades também estariam buscando depoimentos de outras possíveis vítimas ligadas ao círculo de Epstein.

Até o momento, o ex-membro da família real britânica já era investigado no contexto do caso Epstein por suposta má conduta no exercício de função pública.

No entanto, a nova suspeita refere-se à possibilidade de que Andrew tenha recebido, em 2010, uma jovem ligada ao círculo de Epstein em uma antiga residência próxima ao Castelo de Windsor para “fins sexuais”.

Vítima

A hipótese é baseada em declarações feitas à imprensa pela suposta vítima, que ainda não teria sido formalmente entrevistada pela polícia, embora investigadores estejam tentando localizá-la.

Andrew, que sempre negou qualquer irregularidade, já perdeu títulos reais nos últimos anos e foi afastado de funções oficiais. Ele também foi mencionado em investigações anteriores relacionadas ao uso de informações confidenciais durante sua atuação como representante comercial do Reino Unido entre 2001 e 2011.

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