O empresário Marcelo Magalhães de Almeida, de 31 anos, foi localizado morto às margens de um rio em Cotia, na Grande São Paulo.
Por Redação, com Agenda do Poder – de São Paulo
A Polícia Civil de São Paulo confirmou a localização do corpo do empresário Marcelo Magalhães de Almeida, de 31 anos, que estava desaparecido desde a noite de 19 de julho, em Carapicuíba, na Grande São Paulo.

O corpo foi encontrado às margens de um rio, em Cotia, após sete dias de buscas. As operações contaram com a participação de equipes especializadas, cães farejadores e apoio de um helicóptero.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP), o corpo será encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde passará por exames periciais antes de ser liberado para a família.
A polícia investiga sequestro e prende três suspeitos.
Ainda de acordo com a SSP, as investigações apontam que Marcelo foi morto depois de ser sequestrado. Até o momento, três homens foram presos por suspeita de participação no crime. Um quarto investigado é considerado foragido.
A polícia continua apurando as circunstâncias do desaparecimento e da morte do empresário. A perícia deverá ajudar a esclarecer a dinâmica do crime e identificar a participação de cada suspeito.
Marcelo desapareceu depois de sair de um bar localizado na Estrada da Fazendinha. Ele estava acompanhado de um conhecido e, por volta das 21h, deixou o estabelecimento sozinho, dirigindo seu carro.
Carro blindado
O veículo do empresário, que era blindado, foi encontrado abandonado na rua das Andorinhas, também em Carapicuíba. Conforme o registro policial, um homem descrito como alto e magro, usando blusa preta, capuz azul, calça jeans clara e tênis branco, teria estacionado o automóvel e fugido correndo.
Uma pessoa que estava na região acionou a polícia após perceber a movimentação. A família de Marcelo afirmou que havia marcas de sangue no veículo, além de vestígios que poderiam ser de um chinelo ou outro calçado no capô e no para-brisa.
O conhecido que estava com o empresário no bar foi ouvido pelos investigadores e, segundo o boletim de ocorrência, apresentou três versões diferentes sobre o desaparecimento. O depoimento passou a ser analisado dentro da investigação.
A mãe de Marcelo informou à polícia que o filho não tinha antecedentes criminais, não havia relatado sofrer ameaças e não era usuário de drogas. As circunstâncias do sequestro e do assassinato continuam sendo investigadas pelas autoridades.