O piloto, que costuma demonstrar bom humor com os jornalistas, admitiu que a punição pela troca da unidade de potência reduz a pressão por um bom desempenho em casa.
Por Redação, com ANSA – de Roma
O italiano Kimi Antonelli, líder do Mundial de Fórmula 1, afirmou nesta quinta-feira que a meta de terminar o Grande Prêmio da Itália entre os cinco primeiros é “factível”, mesmo largando da última posição por causa de uma punição pela troca da unidade de potência.

O piloto da Mercedes participou de entrevista coletiva com a imprensa italiana no circuito de Monza, escolhido pela Mercedes para realizar a substituição do motor devido às longas retas e às possibilidades de ultrapassagem na pista.
– O top cinco é factível. Farei a classificação, mas vou largar de qualquer forma em último. Isso me dará a chance de focar no acerto para o ritmo de corrida. Cumprir uma penalidade tão importante no GP de casa não é o ideal, mas pensamos no campeonato, e esta é uma das melhores pistas para fazer isso – disse Antonelli.
O piloto, que costuma demonstrar bom humor com os jornalistas, admitiu que a punição pela troca da unidade de potência reduz a pressão por um bom desempenho em casa.
– Largando de trás, sinto menos pressão, estou mais leve, vou me divertir ainda mais. Claro, teria preferido largar na pole. Estarei em modo ‘ataque total’, mas com a cabeça no lugar: não vou fazer strike na primeira curva – brincou.
Pontos
Com apenas 20 anos de idade, Antonelli tem 59 pontos de vantagem sobre os vice-líderes George Russell (Mercedes) e Lewis Hamilton (Ferrari) e pode se tornar o primeiro italiano campeão da F1 desde 1953, quando Alberto Ascari levantou a taça.
Ainda assim, o jovem piloto deve dividir a torcida da casa, que também espera uma vitória da Ferrari, enquanto Hamilton sonha em reduzir a vantagem de Antonelli para buscar seu oitavo título mundial.
– Em Monza, há uma torcida gigantesca, mas é ainda maior para a Ferrari. É estranho, de fato, não é fácil para os torcedores – reconheceu.