Rio de Janeiro, 24 de Junho de 2026

Ação conjunta apreende 25 mil cigarros eletrônicos no país

Em nota, a Anvisa informou que o objetivo da operação é reduzir a oferta de produtos proibidos no mercado nacional e proteger a saúde pública.

Quarta, 24 de Junho de 2026 às 14:58, por: CdB

Em nota, a Anvisa informou que o objetivo da operação é reduzir a oferta de produtos proibidos no mercado nacional e proteger a saúde pública.

Por Redação, com ABr – de Brasília

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a Receita Federal apreenderam mais de 25 mil cigarros eletrônicos, produto proibido no Brasil.

Anvisa e Receita Federal fazem apreensão de 25 mil cigarros eletrônicos

A Operação Rede de Fumaça, deflagrada esta semana, apreendeu ainda 107 mil maços de cigarros convencionais contrabandeados.

Em nota, a Anvisa informou que o objetivo da operação é reduzir a oferta de produtos proibidos no mercado nacional e proteger a saúde pública.

“A agência reitera que os dispositivos eletrônicos para fumar (DEF), popularmente conhecidos como cigarros eletrônicos, representam um grave risco à saúde da população”. 

“A preocupação é especialmente elevada em relação ao público jovem, que tem sido apontado como o principal alvo de fabricantes, importadores e distribuidores desse tipo de produto. É importante lembrar que a comercialização de DEF no Brasil é proibida pela Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 855/2024”, completou o comunicado.

Ainda segundo a Anvisa, pesquisas recentes apontam que o cigarro eletrônico pode ser a porta de entrada para o tabagismo.

“A iniciação ao uso de produtos de tabaco convencionais, a partir do uso de cigarros eletrônicos, tem sido objeto de diversos estudos, principalmente em relação a crianças e adolescentes”.

Segundo a agência, estudos mostram que há mais chances de usuários de cigarro eletrônico migrarem para o cigarro convencional, quando comparados a não usuários de DEF.

Ceará

A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira, a Operação Intramuros, com o objetivo de aprofundar investigação sobre possível violação de sigilo bancário por parte de gerente de instituição financeira. Um mandado de busca e apreensão foi cumprido no município cearense de Eusébio.

A busca tem como objetivo apreender dispositivos eletrônicos para materializar a violação do sigilo por parte do gerente da instituição financeira.

A investigação teve início em março de 2026, após denúncia da instituição financeira lesada, informando que teve os dados de cerca de 180 clientes vazados por parte de ex-funcionário.

O investigado poderá responder pela possível prática do delito de divulgação de informação sigilosa relativa à instituição financeira. A investigação continua, com análise dos dispositivos eletrônicos apreendidos. 

 

 

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