Rio de Janeiro, 25 de Junho de 2026

Sismos em Caracas atingem sedes diplomáticas da Itália e França

No entanto, os governos de Roma e Paris confirmaram que não há registros de seus cidadãos entre as vítimas até o momento.

Quinta, 25 de Junho de 2026 às 13:01, por: CdB

No entanto, os governos de Roma e Paris confirmaram que não há registros de seus cidadãos entre as vítimas até o momento.

Por Redação, com ANSA – de Caracas

Os edifícios que abrigam a Embaixada da Itália e da França em Caracas, na Venezuela, estão entre os prédios danificados pelos terremotos de magnitudes 7.2 e 7.5 na escala Richter que atingiram o país na noite de quarta-feira.

Terremotos causaram inúmeros danos a edifícios na Venezuela

No entanto, os governos de Roma e Paris confirmaram que não há registros de seus cidadãos entre as vítimas até o momento.

– Ela [a Embaixada da Itália] está localizada no mesmo prédio que abriga as repartições municipais de Chacao, um dos maiores de Caracas – disse o embaixador Giovanni Umberto De Vito à emissora Sky Tg24, reforçando que, apesar da tragédia, o trabalho diplomático prossegue, a ponto de ele ter acolhido, em sua residência, alguns italianos cujas casas foram destruídas.

Em entrevista ao mesmo canal, o vice-premiê da Itália e ministro das Relações Exteriores, Antonio Tajani, informou que os cidadãos do país que foram registrados nos sistemas de “Unidade de Crise” e “Viajar com Segurança” “foram todos contatados e, até o momento, não há vítimas”.

Tremores

Outro edifício diplomático danificado pelos tremores foi a Embaixada da França, conforme confirmou o Ministério das Relações Exteriores de Paris, destacando que seus funcionários “foram contatados e estão em segurança”.

– No momento, não temos informações sobre vítimas francesas – afirmou o Quai d’Orsay, acrescentando que as equipes da Embaixada e do Ministério estão “mobilizadas e em contato com a comunidade francesa na Venezuela para prestar assistência”.

Cerca de 2 mil cidadãos franceses estão registrados nos serviços consulares no país latino-americano.

A França também se declarou “pronta para examinar, juntamente com parceiros europeus, formas de atender às necessidades mais urgentes da população local, caso as autoridades venezuelanas solicitem”. 

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